Consórcio para quitar financiamento imobiliário
Cansado de ver a parcela do banco corroer seu salário todo mês? A carta de crédito de um consórcio pode liquidar o saldo devedor do seu financiamento de uma vez e cortar de vez os juros que ainda faltam rodar pela frente.
- Zero juros na carta
- Quita o saldo devedor à vista
- Você pode usar o FGTS
- 100% online

Vantagens do consórcio para quitar financiamento imobiliário
Trocar juros de banco por taxa de administração é a virada de chave que faz o financiamento parar de pesar no orçamento da sua família.
Simule seu consórcio para quitar financiamento imobiliário
Escolha o valor e o prazo. A parcela estimada, sem juros, aparece na hora.
Como funciona o consórcio para quitar financiamento imobiliário
Você monta uma carta equivalente ao que ainda deve no banco. Ao ser contemplado, usa o valor para liquidar o contrato e encerra os juros que faltavam correr.

Por que olhar para o saldo devedor, não para o imóvel
Quem já financiou um imóvel não precisa de carta para comprar nada: precisa de dinheiro para acabar com a dívida que resta no banco. Por isso, a lógica aqui é diferente de um consórcio comum. Você calcula quanto falta pagar do financiamento hoje e monta uma carta de crédito nesse valor, não no preço do imóvel inteiro.
O caminho até a carta na mão
Depois de entrar no grupo, você paga parcelas mensais sem juros até chegar sua vez de receber a carta. Isso acontece de duas formas: por sorteio, quando o grupo se reúne em assembleia e define quem recebe naquele mês, ou por lance, quando você antecipa parcelas (ou usa o FGTS) para adiantar o recebimento e cortar os juros do banco mais cedo.
O que muda no dia em que você quita
Assim que a carta cai na sua mão, você procura o banco, informa a quitação antecipada e paga o saldo devedor à vista. A partir dali, o sistema SAC ou Price para de correr sobre o seu contrato, porque a dívida com juros deixou de existir. O que sobra é só a taxa de administração do consórcio, geralmente uma fração do que os juros do financiamento ainda cobrariam nos anos restantes.
Consórcio para quitar financiamento imobiliário sem juros, em vídeo
Entenda em poucos segundos como a Kobe transforma o seu plano em conquista, sem juros.
Quando faz sentido usar a carta para quitar o financiamento
Nem todo financiamento pede essa troca. Veja os cenários em que liquidar o saldo devedor com a carta realmente compensa.

Financiamento no início ou no meio do contrato
É quando a troca pesa mais a favor: ainda restam muitos anos de juros pela frente, e a tabela SAC ou Price ainda está cobrando pesado sobre o saldo. Quitar agora corta anos de encargo de uma só vez.
Saldo devedor compatível com uma carta viável
Se o valor que falta pagar cabe dentro de uma carta de crédito que você consegue sustentar em parcelas mensais, o plano fecha. Quanto menor o saldo restante, mais rápido a troca se paga.
Reserva de FGTS parada na conta
Se você tem FGTS disponível e ele está apenas rendendo pouco, usá-lo como lance para acelerar a contemplação da carta reduz o tempo até a quitação e devolve o dinheiro para um uso mais produtivo: encerrar a dívida do banco.
Continuar pagando o banco ou quitar com a carta?
O confronto direto entre manter as parcelas do financiamento rodando e liquidar tudo com a carta de crédito.
| Critério | Consórcio | Financiamento |
|---|---|---|
| Juros restantes | Zerados ao quitar com a carta | Continuam rodando mês a mês pelo SFH/SAC |
| Custo até o fim do contrato | Valor do saldo devedor + taxa de administração | Saldo devedor + todos os juros futuros |
| Sistema de amortização | Não se aplica, dívida encerrada | Tabela SAC ou Price ainda cobrando sobre o saldo |
| Prazo até o fim da dívida | Depende da contemplação, mas some no banco | Anos restantes do contrato original |
| Ideal para | Quem já financia e quer parar de sangrar juros | Quem prefere manter o contrato como está |
Onde os juros que faltam pesam no bolso
Ninguém sente o custo do financiamento na parcela isolada, e sim no total que ainda falta desembolsar até o fim do contrato. É esse número, somado ano após ano, que a quitação antecipada elimina de uma tacada.
Um saldo devedor de R$ 300 mil — o que ainda falta pagar:
É quanto os juros que ainda faltam correr podem somar até o fim do contrato original. Quitando com a carta, você paga o saldo devedor mais a taxa de administração, e encerra a conta com o banco. Simule e veja quanto sobra no seu caso.
SAC, Price e o custo de continuar financiando
Antes de decidir, entenda por que o sistema de amortização do seu contrato pesa tanto no valor final.

Como o SFH cobra juros ao longo do contrato
O Sistema Financeiro da Habitação permite dois modelos de amortização, e os dois seguem cobrando juros sobre o saldo devedor até o último mês pago.
Tabela SAC
As parcelas caem aos poucos porque a amortização é fixa, mas os juros incidem sobre um saldo que ainda é alto nos primeiros anos, o que deixa o começo do contrato mais caro em juros.
Tabela Price
As parcelas ficam praticamente estáveis, só que a amortização do saldo é mais lenta no início, o que estende o período em que os juros pesam sobre o valor total.
Levantando o saldo devedor certo
Peça ao banco o extrato de quitação antecipada, não o saldo contábil simples: ele já desconta o desconto proporcional de juros previsto em lei para pagamento à vista.
Documento que você precisa pedir
O nome correto do documento é extrato para liquidação antecipada, disponível no aplicativo ou na agência do seu banco.
Exemplo prático
Com um saldo devedor de R$ 250 mil apurado nesse extrato, você monta uma carta de consórcio nesse valor e usa o FGTS disponível como lance para acelerar a contemplação e encerrar o contrato mais cedo.
Vale a pena trocar o financiamento pelo consórcio?
Não existe uma conta igual para todo contrato. Veja em qual grupo você se encaixa antes de decidir.

Vale a pena se você
- Ainda tem muitos anos de contrato e juros pela frente
- Tem FGTS parado que pode virar lance para acelerar a carta
- Quer parar de ver o saldo devedor crescer com os juros do banco
- Consegue sustentar a parcela do consórcio até a contemplação
Não vale se você
- Está a poucas parcelas de quitar o financiamento sozinho
- Não tem fôlego financeiro para pagar duas obrigações ao mesmo tempo
- Prefere manter o imóvel já como garantia de outro crédito
Por que fazer seu consórcio para quitar financiamento imobiliário com a Kobe
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Perguntas frequentes sobre consórcio para quitar financiamento imobiliário
As dúvidas mais comuns sobre consórcio para quitar financiamento imobiliário, respondidas sem enrolação.
Como funciona o consórcio para quitar financiamento imobiliário?
Vale a pena trocar o financiamento por consórcio?
Como descobrir o saldo devedor certo para montar a carta?
Posso usar o FGTS para acelerar a quitação do financiamento com o consórcio?
O banco aceita quitação com carta de consórcio?
Quanto tempo demora para receber a carta e quitar o financiamento?
Preciso continuar pagando o financiamento enquanto espero a contemplação?
Compensa mais quitar tudo de uma vez ou amortizar aos poucos?
Essa estratégia funciona para financiamento pela Caixa e por bancos privados?
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