Consórcio para entrada de imóvel · Sem juros · Cobertura nacional

Consórcio para entrada de imóvel

O banco pede 20%, 30% do valor do imóvel para aprovar o financiamento e essa quantia trava muita gente na fila do aluguel. Monte esse valor com um consórcio, sem juros, e chegue ao financiamento com uma entrada maior, parcelas menores e um crédito mais fácil de aprovar. Compare administradoras autorizadas pelo Banco Central e simule grátis.

  • Zero juros
  • Reduz a parcela do financiamento
  • Você pode usar o FGTS
  • 100% online
Administradoras autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil.
Casal brasileiro reunindo o valor da entrada do imóvel com consórcio sem juros da Kobe
0%
Sem jurosVocê paga pelo bem, não por juros
Administradoras de imóveis
BradescoCaixaItaúPorto SeguroEmbraconAdemiconRodobensSantander

Vantagens do consórcio para entrada de imóvel

A forma mais barata de juntar o dinheiro que o banco exige antes de liberar o financiamento. Sem juros na fase de formar a entrada, sobra mais dinheiro para negociar o resto.

0%Zero jurosVocê monta o valor da entrada pagando pelo valor da carta, nunca por juros de banco.
menorParcela do financiamento caiQuanto maior a entrada, menor o saldo devedor e o juro que o banco cobra depois.
FGTSUse o seu FGTSSome ao lance, complemente a carta ou entre direto na entrada do financiamento.
fácilCrédito mais fácil de aprovarCom entrada maior, o banco libera o financiamento com menos exigência.

Simule seu consórcio para entrada de imóvel

Escolha o valor e o prazo. A parcela estimada, sem juros, aparece na hora.

Valor da entrada que você precisa reunir
Em quantos meses
Parcela estimada, sem juros R$ — Estimativa ilustrativa: crédito mais a taxa de administração, dividido pelo prazo. O valor exato depende da administradora. Quero a simulação exata

Como funciona o consórcio para entrada de imóvel

Você entra em um grupo, paga parcelas sem juros e usa a carta de crédito recebida como a entrada exigida pelo banco no financiamento.

01Calcule a entradaDescubra quanto o banco vai pedir para aprovar seu financiamento.
02Simule o consórcioVeja a parcela sem juros para juntar esse valor.
03Junte a cartaUse a carta de crédito pronta como entrada na hora da compra.
04Financie o restoVá ao banco com uma entrada maior e uma parcela bem menor.
Casal planejando o valor da entrada do imóvel com consórcio da Kobe
Formar a entrada vira um plano com parcela fixa, não uma promessa distante.

O problema que trava quem quer financiar

Todo financiamento imobiliário exige um percentual do valor do imóvel pago à vista antes da liberação do crédito, geralmente entre 20% e 30%. Quem não tem essa quantia guardada fica anos adiando a compra ou refém de uma poupança que rende pouco. O consórcio resolve exatamente essa etapa: você forma o valor da entrada pagando uma parcela mensal sem juros, dentro de um grupo fiscalizado pelo Banco Central.

Como a cota vira dinheiro na mão

Mensalmente, o grupo se reúne em assembleia para liberar cartas de crédito aos participantes, alternando entre sorteio de uma cota e antecipação por lance. Ao ser chamado, você recebe uma carta no valor contratado e decide o destino: usar o valor inteiro como entrada do financiamento, somar a outro dinheiro guardado, ou até comprar o imóvel à vista se a carta cobrir o valor total.

Por que essa etapa não tem juros

Porque não existe banco financiando essa fase: o próprio grupo de participantes se autofinancia, dividindo o custo de gestão em uma taxa de administração única. O resultado prático é que a entrada custa exatamente o valor contratado mais essa taxa, sem o peso extra que qualquer empréstimo bancário carregaria.

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Consórcio para entrada de imóvel sem juros, em vídeo

Entenda em poucos segundos como a Kobe transforma o seu plano em conquista, sem juros.

Vídeo do consórcio para entrada de imóvel sem juros da Kobe Consórcios

O que fazer com a carta na hora da entrada

A carta liberada pelo consórcio para entrada de imóvel tem três destinos práticos na negociação com o banco ou a construtora.

Família levando a carta de crédito ao banco para dar entrada no financiamento
A carta na mão muda a conversa com o banco: entrada maior, parcela menor.

Reforçar o financiamento bancário

O uso mais direto: levar a carta ao banco como parte ou totalidade da entrada exigida. Com um valor maior de entrada, o saldo a financiar cai, e junto dele caem a parcela mensal e os juros cobrados ao longo do contrato.

Negociar diretamente com a construtora

Em imóveis na planta, a carta pode entrar como sinal ou como parte das parcelas da obra, reduzindo o quanto sobra para financiar na entrega das chaves. Muitas construtoras aceitam esse valor como entrada formal do contrato.

Comprar o imóvel sem precisar financiar

Se o valor da carta cobrir o preço do imóvel, o financiamento deixa de ser necessário. Você compra à vista, negocia desconto direto com o vendedor e sai do processo sem contrato bancário nenhum.

Também: Entrada para apartamento na planta · Entrada para imóvel comercial

Juntar a entrada com consórcio ou poupar sozinho?

A diferença não está só no tempo, está no custo final do financiamento que vem depois. Veja lado a lado:

Consórcio para entrada de imóvel x poupar por conta própria
CritérioConsórcioFinanciamento
JurosNão tem, na fase de formar a entradaSim, sobre o valor total financiado
Tempo para juntarProgramado, com parcela fixaPoupança tradicional rende pouco e demora mais
Resultado no bancoEntrada maior reduz parcela e taxa de riscoEntrada mínima deixa o financiamento mais caro
Aprovação de créditoFica mais fácil com entrada robustaEntrada baixa pode travar ou encarecer a análise
Ideal paraQuem planeja e já decidiu o financiamentoQuem já tem o valor da entrada guardado

Como uma entrada maior barateia todo o financiamento

Poupar sozinho parece simples, mas o rendimento da poupança tradicional não acompanha a valorização do imóvel nem a inflação da construção civil. Enquanto isso, o valor que falta para a entrada continua subindo. No consórcio, você trava o valor da carta contratada e paga por ele sem juros, formando a entrada num ritmo previsível.

Entrada de R$ 90 mil num imóvel de R$ 300 mil — o impacto no financiamento:

ConsórcioR$ 90 mil + taxa
Financiando com entrada mínimaParcela até 35% maior
menos juros

É a diferença que uma entrada de 30% costuma gerar na parcela do financiamento, comparada à entrada mínima aceita pelo banco. No consórcio, você monta esse valor sem juros. Simule e veja a diferença.

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Como o FGTS entra na conta da entrada

Quem tem saldo de FGTS ganha um atalho extra para fechar o valor que o banco exige antes de liberar o financiamento.

Casal calculando o valor da entrada do imóvel com consórcio e FGTS pela Kobe
A Kobe ajuda a calcular quanto do FGTS pode entrar na conta da sua entrada.

As três formas de somar o FGTS à entrada

01Somar à entradaJunte o saldo do FGTS à carta de crédito e feche uma entrada bem mais robusta.
02Dar lance com o FGTSUse o fundo para antecipar sua cota e ter a carta em mãos mais cedo.
03Abater direto no bancoDepois de aprovado o financiamento, o FGTS pode reduzir ainda mais o valor financiado.

Regras do FGTS para entrada de imóvel

O uso do FGTS segue as regras da Caixa e da administradora do consórcio, e vale tanto na formação da carta quanto na entrada formal do financiamento.

Requisitos do imóvel

O imóvel precisa ser residencial, urbano e estar dentro das condições do FGTS para habitação.

Imóvel financiado por outro agente

Mesmo financiando por outro banco, o saldo de FGTS pode ser usado na entrada, desde que o imóvel se enquadre nas regras vigentes.

Exemplo prático

Com R$ 25 mil de FGTS e uma carta de R$ 65 mil, a entrada chega a R$ 90 mil sem custar um único real de juros.

Consórcio para entrada de imóvel vale a pena?

Depende de quando você pretende financiar e de quanto já tem guardado. Veja em que situação essa estratégia funciona melhor.

Casal assinando o financiamento do imóvel com a entrada já formada pelo consórcio
O contrato que sai mais barato porque a entrada já estava pronta.

Vale a pena se você

  • Já decidiu financiar, mas não tem o valor da entrada exigida pelo banco
  • Quer uma parcela de financiamento menor lá na frente
  • Tem saldo de FGTS parado e quer usá-lo para acelerar a entrada
  • Prefere formar o valor sem juros, mesmo levando alguns meses

Não vale se você

  • Já tem o valor da entrada pronto em conta
  • Precisa financiar o imóvel imediatamente, sem tempo de formar a carta
  • Não pretende dar lance nem esperar pela contemplação
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Por que fazer seu consórcio para entrada de imóvel com a Kobe

Autorizadas pelo BacenSó trabalhamos com administradoras fiscalizadas pelo Banco Central, pela Lei nº 11.795/2008.
Comparação sem viésColocamos as melhores administradoras lado a lado para você formar a entrada com a taxa mais baixa.
Atendimento humanoSem robô. Um especialista te ajuda a calcular quanto de entrada você realmente precisa.

Administradoras que reunimos para você

Bradesco · Caixa · Itaú · Porto Seguro · Embracon · Ademicon

Perguntas frequentes sobre consórcio para entrada de imóvel

As dúvidas mais comuns sobre consórcio para entrada de imóvel, respondidas sem enrolação.

Como funciona o consórcio para entrada de imóvel?
Você entra em um grupo administrado por uma administradora autorizada pelo Banco Central e paga uma parcela mensal sem juros, calculada sobre o valor da carta que deseja formar. Mensalmente o grupo libera cartas de crédito, alternando sorteio de cota e antecipação por lance. Quando você é contemplado, recebe o valor em mãos e usa como entrada no financiamento bancário, como sinal com a construtora, ou até para comprar o imóvel à vista se a carta cobrir o preço total. É uma forma de reunir, sem juros, o dinheiro que normalmente travaria a aprovação do seu crédito imobiliário.
Quanto de entrada o banco costuma pedir para aprovar o financiamento?
Varia por banco e por perfil de crédito, mas o percentual mais comum fica entre 20% e 30% do valor do imóvel pago à vista antes da liberação do financiamento. Em imóveis mais caros ou perfis de renda mais apertados, essa exigência pode subir. É justamente essa quantia que trava quem já tem renda para pagar a parcela do financiamento, mas não tem o valor guardado em conta. O consórcio existe para formar esse valor de forma programada, sem depender de juros de empréstimo pessoal ou de uma poupança que rende pouco.
Vale mais a pena juntar a entrada com consórcio ou guardar em poupança?
Na poupança tradicional, o rendimento costuma ficar abaixo da valorização do imóvel e da inflação da construção civil, então o valor que falta para a entrada não para de subir. No consórcio, você trava o valor da carta contratada logo na adesão e paga por ele sem juros, apenas com a taxa de administração. O resultado é previsível: você sabe exatamente quanto vai pagar todo mês e qual valor vai reunir, o que facilita planejar a data de ir ao banco buscar o financiamento.
Posso usar o FGTS para formar a entrada do imóvel pelo consórcio?
Sim, e essa é uma das combinações mais eficientes para quem quer financiar. O saldo do FGTS pode ser somado à carta de crédito na hora da entrada, usado como lance para acelerar a contemplação, ou até abatido diretamente no valor financiado depois da aprovação do banco. Seguem as regras da Caixa e da administradora: o imóvel precisa ser residencial, urbano e se enquadrar nas condições do FGTS para habitação, seja ele financiado pela Caixa ou por outro banco.
Uma entrada maior realmente reduz a parcela do financiamento?
Reduz, e de forma significativa. Quanto maior o valor pago à vista na entrada, menor o saldo devedor que o banco financia, e menor o total de juros cobrado ao longo do contrato, que costuma durar décadas. Além disso, uma entrada mais robusta facilita a aprovação do crédito e pode até melhorar a taxa de juros oferecida pelo banco, já que reduz o risco da operação. É por isso que muita gente prefere esperar alguns meses e chegar ao financiamento com uma entrada de 30% em vez do mínimo aceito.
Recebi a carta de crédito antes de decidir o financiamento, o que eu faço?
Você tem flexibilidade total. Pode usar a carta como entrada assim que fechar o financiamento, guardar o valor até encontrar o imóvel certo, ou até comprar à vista se o valor cobrir o preço do bem. A carta de crédito não expira de forma imediata e a administradora explica o prazo de validade e as regras de uso no seu contrato. O importante é que o valor já está formado, sem juros, e pronto para ser usado quando a negociação do imóvel avançar.
Dá para usar a carta como entrada e ainda dar lance para reduzir mais o financiamento?
Sim. Uma estratégia comum é usar a primeira carta recebida como entrada do financiamento e, se ainda tiver outra cota ativa ou saldo de FGTS disponível, ofertar um lance para reforçar ainda mais o valor de entrada antes de assinar o contrato com o banco. Quanto maior o valor levado à mesa de negociação, menor tende a ser o saldo financiado e a parcela mensal que sobra para pagar durante anos.
Consórcio para entrada de imóvel é furada? Existe pegadinha?
Não é furada: é regulado pelo Banco Central pela Lei nº 11.795/2008 e usado há décadas por quem planeja a compra de imóvel. O ponto que exige atenção é que não há data garantida para a contemplação, então quem precisa da entrada com urgência para fechar negócio no mês seguinte deve considerar dar lance para acelerar. Fora isso, os custos são claros: o valor da carta contratada mais a taxa de administração, sem surpresas escondidas. A única forma de cair em problema é contratar administradora não autorizada, por isso a Kobe só trabalha com administradoras fiscalizadas pelo Banco Central.

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