Consórcio para dar entrada em apartamento
A incorporadora pede 20%, 30% ou até 40% de entrada e o financiamento bancário só cobre o resto? Monte esse valor com uma carta de crédito de consórcio, encaixe a contemplação no cronograma de pagamento da obra e chegue à assinatura do contrato com uma parcela de financiamento bem mais magra.
- Reduz o saldo a financiar
- Encaixa no cronograma da incorporadora
- Sem juros na carta
- 100% online

Vantagens do consórcio para dar entrada em apartamento
A incorporadora fecha o preço do apê, mas cobra um percentual de entrada que nem sempre cabe no bolso. A carta de crédito monta esse valor sem juros, pra você chegar à assinatura com o financiamento bem mais leve.
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Escolha o valor e o prazo. A parcela estimada, sem juros, aparece na hora.
Como funciona o consórcio para dar entrada em apartamento
Você forma o valor da entrada dentro de um grupo de consórcio e usa a carta liberada exatamente no momento de assinar o contrato do apartamento com a incorporadora.

Por que a entrada pesa tanto no apartamento
Incorporadora costuma exigir uma fatia do valor total logo na assinatura, seja 10%, 20% ou mais, e o banco só financia o restante. Quem não tem esse montante guardado acaba recorrendo a crédito caro ou desistindo da unidade que queria. A carta de crédito do consórcio existe justamente pra preencher essa lacuna sem empurrar juros pra dentro da conta.
Como o grupo forma o dinheiro da sua entrada
Um conjunto de participantes paga parcelas mensais dentro de uma administradora autorizada pelo Banco Central, e a cada assembleia uma cota é liberada, seja por sorteio de cota, seja porque alguém antecipou parcelas com um lance. Quando a sua cota sai, você recebe uma carta de crédito no valor combinado e decide o destino: nesse caso, cobrir a entrada exigida pela incorporadora.
Casando a contemplação com o cronograma da obra
O pulo do gato aqui é o timing. Você entra no grupo pensando no prazo que a incorporadora deu pra fechar o contrato e escolhe um plano com prazo compatível, de forma que a liberação da carta aconteça perto da data de assinatura, não anos depois.
O que sobra pro financiamento
Com a entrada já resolvida pela carta, o valor que resta pra financiar cai, e junto com ele cai o total de juros pagos ao banco ao longo dos anos de contrato.
Onde entra a taxa de administração
Substitui os juros bancários: é o custo de manter o grupo funcionando, cobrado como percentual do valor da carta, muito menor que o spread de um financiamento ou de um crédito pessoal usado pra montar entrada.
Consórcio para dar entrada em apartamento sem juros, em vídeo
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Onde a carta de crédito entra no processo de compra do apê
A entrada não é o único ponto em que a carta ajuda: ela também dá fôlego em outras etapas da negociação com a incorporadora.

Fechando o percentual mínimo exigido
Toda incorporadora define um piso de entrada pra liberar a unidade, geralmente calculado sobre o valor de tabela. A carta cobre esse piso sem você precisar recorrer a empréstimo, cheque especial ou cartão de crédito.
Negociando um percentual maior de entrada
Quanto mais você entra de imediato, menor fica o saldo devedor levado ao banco, e alguns bancos até melhoram a taxa do financiamento quando o valor financiado é menor. A carta permite mirar numa entrada de 30% ou 40% em vez do mínimo de 20%.
Somando com recursos próprios
Se você já tem parte do valor guardado, a carta complementa o que falta, encurtando o tempo até juntar o total exigido pela incorporadora sozinho.
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Entrada via consórcio ou entrada via empréstimo?
O que muda é o custo de montar esse valor. Compare lado a lado:
| Critério | Consórcio | Financiamento |
|---|---|---|
| Juros na entrada | Não tem, só a taxa de administração | Empréstimo pessoal ou cheque especial cobram juros altos pra bancar a entrada |
| Origem do dinheiro | Carta de crédito formada em grupo | Recursos próprios, empréstimo ou antecipação de outro bem |
| Efeito na parcela do financiamento | Entrada maior derruba o valor financiado e o total de juros do saldo | Entrada mínima deixa o financiamento no teto e os juros mais pesados |
| Momento de uso | Programável para casar com o prazo da incorporadora | Depende de ter o valor guardado na data exigida |
| Ideal para | Quem tem alguns meses até a assinatura e quer entrar com o pé maior | Quem já tem o dinheiro em caixa e precisa assinar amanhã |
Quanto custa juntar a entrada de cada jeito
Recorrer a um empréstimo pessoal ou ao cheque especial pra fechar a entrada da incorporadora costuma sair caro, porque esses créditos cobram juros altos justamente sobre o dinheiro que devia estar reduzindo o seu saldo devedor, não aumentando a sua dívida total.
Uma entrada de R$ 80 mil — o custo de cada caminho:
É o quanto um empréstimo pessoal pode custar a mais pra cobrir a mesma entrada, só de juros. Na carta de consórcio você paga o valor formado mais a taxa de administração. Simule e veja a diferença.
Como o FGTS reforça a entrada do seu apartamento
Apartamento residencial e urbano se enquadra nas regras do fundo, e o saldo pode ser somado à carta de crédito exatamente na hora de fechar o percentual de entrada.

As três formas de usar o FGTS na entrada
Requisitos pra usar o FGTS na entrada do apê
O apartamento precisa se enquadrar nas condições de uso do fundo pra habitação, seguindo as regras da Caixa e da administradora quanto a teto de valor e finalidade residencial.
O que costuma passar no crivo
Apartamento residencial urbano, seja pronto ou na planta, dentro do limite de valor definido pelo programa.
O que costuma travar
Imóveis com finalidade comercial ou fora do teto de valor podem não permitir o saque pra reforçar a entrada.
Exemplo prático
Com R$ 30 mil de FGTS disponível e uma carta de R$ 100 mil, dá pra chegar a uma entrada de R$ 130 mil na assinatura, reduzindo bem o saldo que vai pro financiamento do apê.
Vale a pena montar a entrada do apê com consórcio?
Depende do prazo que você tem até a assinatura do contrato. Veja os dois cenários.

Vale a pena se você
- Tem alguns meses até a data de assinatura com a incorporadora
- Quer entrar com um percentual maior e reduzir o saldo financiado
- Prefere não recorrer a empréstimo pessoal ou cheque especial pra montar a entrada
- Pode complementar a carta com o FGTS pra chegar ao valor exigido
Não vale se você
- Precisa assinar o contrato imediatamente, sem margem de prazo
- Já tem o valor da entrada disponível em caixa hoje
- Não consegue manter as parcelas até a contemplação da carta
Por que fazer seu consórcio para dar entrada em apartamento com a Kobe
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Perguntas frequentes sobre consórcio para dar entrada em apartamento
As dúvidas mais comuns sobre consórcio para dar entrada em apartamento, respondidas sem enrolação.
Como funciona o consórcio para dar entrada em apartamento?
Dá pra usar a carta de crédito só pra entrada e financiar o resto no banco?
Quanto tempo antes da assinatura eu preciso entrar no consórcio?
Posso somar o FGTS à carta para aumentar a entrada?
Vale mais a pena dar uma entrada maior no apartamento?
Por que não pegar um empréstimo pessoal para montar a entrada?
A incorporadora aceita carta de crédito de consórcio como entrada?
Preciso esperar a contemplação para começar a negociar com a incorporadora?
O que acontece se a carta for liberada depois do prazo da incorporadora?
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