Consórcio ou Financiamento | Kobe Consórcios
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Consórcio ou Financiamento

Duas rotas para o mesmo bem, com contas bem diferentes no fim.

Aqui você vê lado a lado os juros contra a taxa de administração, a entrada, o momento em que recebe o bem e quanto sai do seu bolso até o último pagamento. No fim, fica claro qual encaixa no seu perfil.

  • Juros x taxa de administração
  • Entrada x sem entrada
  • Bem na hora x na contemplação
  • Custo total comparado
Administradoras autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil.
Comparação entre consórcio e financiamento mostrada por especialista da Kobe Consórcios
0%
Sem jurosVocê paga pelo bem, não por juros
Administradoras autorizadas pelo Bacen
AdemiconEmbraconRodobensPorto SeguroBradescoItaúSantanderCaixa

Vantagens do consórcio ou financiamento

Antes de assinar qualquer contrato, entenda o que realmente muda entre pagar juros ao banco e pagar taxa de administração ao grupo. É essa escolha que decide quanto sobra no seu bolso.

0%Consórcio não tem jurosNo financiamento, o banco cobra juros que se somam mês após mês; no consórcio, esse custo não existe.
R$0Consórcio dispensa entradaO financiamento exige uma entrada em dinheiro logo no começo; no consórcio, você já entra pagando parcela.
Financiamento entrega na horaQuem precisa do bem hoje leva no ato pelo financiamento; o consórcio entrega quando você é contemplado.
=Custo total menorAo somar tudo, o consórcio costuma custar bem menos que um financiamento longo pelo mesmo bem.

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Escolha o valor e o prazo. A parcela estimada, sem juros, aparece na hora.

Valor do bem (carta de crédito)
Em quantos meses
Parcela estimada, sem juros R$ — Estimativa ilustrativa: crédito mais a taxa de administração, dividido pelo prazo. O valor exato depende da administradora. Quero a simulação exata

Como funciona o consórcio ou financiamento

Financiamento é crédito do banco: você recebe o bem na hora e devolve o dinheiro com juros ao longo dos anos. Consórcio é poupança coletiva: você entra num grupo, é contemplado e compra à vista.

01Diga o valor do bemInforme quanto custa o imóvel, carro ou máquina que você quer.
02Veja as duas contasComparamos a parcela e o total do consórcio e do financiamento.
03Escolha pelo seu momentoPrecisa na hora ou pode planejar? A resposta define o caminho.
04Feche o plano certoSe o consórcio compensar, cuidamos de tudo da simulação ao grupo.

O que muda entre os dois, em uma frase

No financiamento o banco adianta o dinheiro e cobra juros por isso; no consórcio um grupo de pessoas junta parcelas e, a cada mês, alguém leva a carta de crédito e compra à vista. É essa origem do dinheiro que explica quase toda a diferença de custo no fim. O consórcio é regido pela Lei nº 11.795/2008 e fiscalizado pelo Banco Central, o mesmo órgão que supervisiona o crédito bancário.

No financiamento você paga o preço do bem mais juros que se acumulam mês após mês. No consórcio você paga o preço do bem mais uma taxa de administração fixa, diluída nas parcelas. Trocar juros compostos por uma taxa fixa é o que costuma cortar o custo total pela metade em contratos longos.

Por que os juros pesam tanto no financiamento

Num financiamento, o juro incide sobre o saldo devedor, ou seja, sobre o que ainda falta pagar. Nos primeiros anos a maior parte da parcela vai embora só em juros e o saldo mal encolhe. Esse é o detalhe que quase ninguém percebe ao assinar: nos primeiros meses você está pagando o banco, não abatendo o bem.

Ao esticar o contrato para caber a parcela no orçamento, você aceita pagar juros por mais tempo, e é aí que o total dispara. A taxa de administração do consórcio, ao contrário, é um percentual fixo definido em contrato; ela remunera a gestão do grupo, não o empréstimo de capital, porque no consórcio ninguém adianta dinheiro para você.

O que compõe o custo de cada caminho

No financiamento entram juros, seguro obrigatório, tarifa de avaliação e o próprio Custo Efetivo Total, que reúne tudo. No consórcio entram a taxa de administração, o fundo de reserva (parte devolvida ao participante no encerramento do grupo, se não usado) e, às vezes, um seguro. Existe também o reajuste da carta por um índice como INCC ou IPCA, que apenas mantém o poder de compra do crédito e não é juro sobre dívida.

A questão do tempo até ter o bem

Essa é a linha que de fato separa os dois. O financiamento coloca a chave ou a documentação na sua mão assim que o crédito é aprovado. O consórcio entrega quando chega a sua vez, por sorteio mensal ou por lance que antecipa a fila. Ninguém pode prometer data de contemplação, e desconfie de quem prometer. Quem detalha cada forma de ser contemplado é a guia de como funciona o consórcio e a de lance no consórcio.

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Consórcio ou Financiamento sem juros, em vídeo

Entenda em poucos segundos como a Kobe transforma o seu plano em conquista, sem juros.

Vídeo do consórcio ou financiamento sem juros da Kobe Consórcios

Custo total: para onde vai cada real que você paga

A parcela parecida engana. O que revela o negócio é o quanto sai do seu bolso do primeiro ao último mês, e nisso os dois caminhos são muito diferentes.

Como somar o custo real do financiamento

Para saber o custo real do financiamento, não olhe a parcela isolada. Multiplique a parcela pelo número de meses e some a entrada. Em contratos longos, esse total pode ultrapassar em muito o preço à vista do bem, porque os juros foram cobrados ano após ano sobre o saldo devedor.

Some ainda seguro prestamista e tarifas embutidas, que também entram na conta e raramente aparecem na propaganda da parcela. O número que importa é o total pago do primeiro ao último mês, não o valor mensal.

Como somar o custo do consórcio

No consórcio a conta é mais curta: valor do bem mais a taxa de administração, distribuída pelas parcelas. Existe a correção da carta para acompanhar a inflação do bem, mas ela apenas mantém o poder de compra e não é juro sobre uma dívida. Ao comparar os dois totais lado a lado, costuma sobrar uma diferença expressiva a favor do consórcio.

O poder de comprar à vista

Quem é contemplado no consórcio recebe a carta de crédito e paga o vendedor à vista. Isso abre espaço para negociar desconto, algo que o comprador financiado raramente consegue. Esse abatimento é um ganho extra que quase nunca aparece nas comparações rápidas de parcela.

A armadilha da parcela parecida

Duas parcelas de valor parecido podem esconder totais muito diferentes. O financiamento continua cobrando juros ao longo de todo o contrato, enquanto o consórcio cobra apenas a taxa de administração. Decidir só pela parcela é o erro mais comum de quem compara os dois. Se ainda tem dúvida sobre o caminho, veja para quem o consórcio compensa.

Também: Simular consórcio · Todos os tipos

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Consórcio ou financiamento: os números lado a lado

Três diferenças resolvem a maior parte da decisão. Veja no quadro comparativo:

Consórcio x financiamento: custo do dinheiro, entrada e prazo para ter o bem
CritérioConsórcioFinanciamento
Custo do dinheiroTaxa de administração fixa, sem jurosJuros compostos sobre o saldo devedor, mês a mês
Custo extra sobre o bemUma fração do preço, diluída nas parcelasPode chegar a quase o valor do próprio bem em contratos longos
EntradaNão exigeCostuma exigir 10% a 20% em dinheiro
Prazo típicoParcelas fixas em prazo definido no grupoContratos que se esticam por 10 a 30 anos
Quando você tem o bemNa contemplação, por sorteio ou lanceNa hora, assim que o crédito é aprovado
Custo total do mesmo bemPreço do bem mais a taxa de administraçãoPreço do bem mais anos de juros, seguro e tarifas
Para quem serveQuem pode planejar e quer economizarQuem precisa do bem agora e tem a entrada

Quanto a escolha muda no total

A parcela do financiamento cabe no orçamento, mas o preço real aparece no somatório de dez, vinte ou trinta anos de juros. É esse número esquecido que costuma dobrar o custo do bem. O juro composto trabalha contra você em silêncio: quanto mais longo o contrato, maior a fatia da parcela que vira juro e não abate o saldo.

No consórcio o mecanismo é o oposto. Como não há juro sobre saldo devedor, quase todo real que você paga vira crédito para comprar o bem. A taxa de administração é conhecida desde a assinatura e não engorda com o tempo. Por isso, o mesmo bem sai por um total bem menor, desde que você possa esperar a contemplação em vez de exigir a entrega na hora.

Segundo a ABAC, o setor de consórcios já reúne mais de 10 milhões de participantes ativos no Brasil, o que dá escala e liquidez aos grupos. Antes de assinar, coloque os dois totais no papel e simule na simulação de consórcio: é a forma honesta de ver qual caminho pesa menos no seu caso.

Um bem de R$ 200 mil — quanto você paga no total:

ConsórcioR$ 200 mil + taxa
Financiamento longoR$ 420 mil+

É o que o financiamento pode custar a mais, só de juros ao longo do contrato. No consórcio você paga o valor do bem mais a taxa de administração. Simule e compare os dois na hora.

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A mesma carta de R$ 120 mil nos dois caminhos

Nada explica melhor que uma conta trabalhada. Veja o mesmo bem de R$ 120 mil comprado por financiamento e por consórcio, lado a lado, e para onde vai cada real.

Exemplo (valores ilustrativos)

Suponha um bem de R$ 120 mil. No financiamento, uma entrada de 20% (R$ 24 mil) e o restante em 240 meses com juros compostos de mercado: a soma de entrada, parcelas e encargos chega perto de R$ 204 mil. No consórcio, uma taxa de administração de 18% diluída em 150 meses: você devolve cerca de R$ 141,6 mil, sem entrada e sem juros. A diferença é de aproximadamente R$ 63 mil a favor do consórcio.

São hipóteses didáticas, não promessa: os juros do financiamento e a taxa de cada administradora variam. Mas a estrutura da conta se mantém em quase todo cenário longo.

Linha da contaFinanciamentoConsórcio
Valor do bemR$ 120.000R$ 120.000
EntradaR$ 24.000 (20%)R$ 0
Custo do dinheiroJuros compostos de mercadoTaxa de administração de 18%
Custo extra sobre o bem~R$ 84.000 em juros e encargos~R$ 21.600 de taxa
Prazo240 meses150 meses
Bem na horaSim, ao aprovar o créditoNão, só na contemplação
Custo total~R$ 204.000~R$ 141.600
Para quem servePrecisa do bem agoraPode planejar e quer economizar

Repare na linha do custo extra: no financiamento o adicional sobre o bem (~R$ 84 mil) chega perto de 70% do próprio preço; no consórcio, a taxa (~R$ 21,6 mil) é uma fração dele. Essa é a origem dos ~R$ 63 mil de diferença.

O que ninguém te conta sobre a parcela

No financiamento, boa parte da parcela dos primeiros anos é juro, não abatimento do bem. Você paga meses a fio e o saldo devedor mal se move. No consórcio ocorre o inverso: como não há juro sobre dívida, quase todo real que você paga vira crédito para a compra. A mesma parcela, portanto, constrói patrimônio em ritmos completamente diferentes.

É por isso que comparar só o valor mensal engana. Duas parcelas iguais podem esconder um total que difere em dezenas de milhares de reais, como mostra o quadro acima.

Matriz de decisão: pressa contra planejamento

Cruze duas perguntas simples, e a resposta aparece quase sozinha.

Seu momentoPrecisa do bem agoraPode planejar e esperar
Tem a entrada guardadaFinanciamento resolve a urgênciaConsórcio economiza; a entrada rende ou vira lance
Não tem a entradaReavalie: crédito caro e sem reserva é riscoConsórcio é o caminho natural, sem entrada e sem juros

Se o seu caso caiu em qualquer célula com consórcio, o passo seguinte é comparar administradoras. A Kobe é neutra e coloca as opções autorizadas pelo Banco Central lado a lado em administradoras de consórcio.

Checklist da decisão honesta

  • Calculei o total dos dois cenários, não só a parcela.
  • Sei em quanto tempo, de verdade, preciso do bem na mão.
  • Verifiquei se tenho ou não a entrada exigida pelo financiamento.
  • Considerei o desconto de comprar à vista com a carta contemplada.
  • Confirmei que a administradora consta na lista de autorizadas do Banco Central.

Passou nos cinco pontos e o consórcio venceu no total? Então você está decidindo pelo número, não pela urgência, que é o único jeito de não se enganar.

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Afinal, consórcio ou financiamento para você?

Marque o que descreve o seu momento e veja para qual lado a balança pende.

Vale a pena se você

  • Você pode esperar a contemplação e quer fugir dos juros compostos
  • Prefere manter o dinheiro da entrada rendendo em vez de dar de sinal ao banco
  • Está planejando um próximo bem, sem urgência de receber hoje
  • Quer chegar ao vendedor com dinheiro à vista e negociar desconto
  • Fez a conta do total e viu a diferença de milhares de reais no fim

Não vale se você

  • Você precisa do bem agora e já tem a entrada separada
  • Há uma urgência real de moradia, trabalho ou transporte
  • Pretende quitar o crédito cedo e cortar a maior parte dos juros
  • Um atraso na contemplação inviabilizaria o seu plano
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Por que fazer seu consórcio ou financiamento com a Kobe

Comparação sem viésA Kobe não vende financiamento; mostramos o número real dos dois caminhos para você decidir com clareza.
Administradoras autorizadas pelo BacenTrabalhamos só com administradoras fiscalizadas pelo Banco Central, pela Lei nº 11.795/2008.
Atendimento humanoUm especialista compara os dois cenários com você e explica cada linha da conta, sem robô.

Administradoras que reunimos para você

Ademicon · Embracon · Rodobens · Porto Seguro · Bradesco · Itaú

Perguntas frequentes sobre consórcio ou financiamento

As dúvidas mais comuns sobre consórcio ou financiamento, respondidas sem enrolação.

Consórcio ou financiamento: qual é mais barato?
Na maioria dos casos, o consórcio sai bem mais barato. Num exemplo ilustrativo de um bem de R$ 120 mil, o financiamento em 240 meses com juros de mercado e 20% de entrada pode chegar perto de R$ 204 mil, enquanto o consórcio com taxa de administração de 18% em 150 meses fica em torno de R$ 141,6 mil, uma diferença de cerca de R$ 63 mil. A razão é o custo do dinheiro: juros compostos incidem sobre o saldo devedor mês após mês, e a taxa de administração é um percentual fixo. A ressalva é o tempo: o financiamento entrega o bem na hora, e o consórcio entrega na contemplação.
Quanto o financiamento custa a mais que o consórcio no mesmo bem?
Depende do prazo e da taxa, mas em contratos longos a diferença é grande. No exemplo ilustrativo da carta de R$ 120 mil, o custo extra do financiamento (juros, seguro e tarifas) beira R$ 84 mil, quase 70% do valor do próprio bem, contra cerca de R$ 21,6 mil de taxa no consórcio. Ou seja, o financiamento pode custar aproximadamente R$ 63 mil a mais pelo mesmo bem. Quanto mais longo o contrato, maior essa distância, porque os juros compostos trabalham por mais tempo sobre o saldo devedor.
Qual a diferença entre juros e taxa de administração?
Juros são o preço que o banco cobra por ter emprestado dinheiro, e crescem sobre o saldo devedor, por isso pesam mais quanto mais longo o contrato. A taxa de administração é o que a administradora cobra para gerir o grupo de consórcio: um percentual fixo, definido em contrato, dividido nas parcelas. Ela remunera a gestão, não o empréstimo de capital, porque no consórcio ninguém adianta dinheiro para você. Essa é a razão de o consórcio custar menos no total: você paga taxa fixa no lugar de anos de juros compostos.
Preciso dar entrada no consórcio ou no financiamento?
O consórcio não exige entrada: você começa pelas parcelas e já concorre à contemplação desde o início; se quiser antecipar, pode ofertar um lance, mas é opcional. O financiamento quase sempre pede entrada em dinheiro, em geral de 10% a 20% do valor do bem, mais custos de contrato e avaliação. Para quem não tem essa reserva guardada, o consórcio cabe melhor no bolso, já que o capital que iria virar entrada continua com você, rendendo ou disponível para um lance.
Por que boa parte da parcela do financiamento é só juro?
Porque o juro incide sobre o saldo devedor, que é maior no começo do contrato. Nos primeiros anos, a maior fatia da parcela cobre juros e o saldo mal encolhe; só depois o abatimento do bem acelera. Esse é o detalhe que quase ninguém percebe ao assinar. No consórcio ocorre o inverso: sem juro sobre dívida, quase todo real pago vira crédito para comprar o bem. Por isso a mesma parcela constrói patrimônio em ritmos bem diferentes nos dois caminhos.
Quando eu recebo o bem em cada caminho?
É aqui que os dois se separam. No financiamento, o bem é seu assim que o crédito é aprovado: você compra hoje e paga depois. No consórcio, o bem chega na contemplação, que pode ocorrer em qualquer assembleia, por sorteio ou por um lance que antecipa a fila. Não há data garantida, e desconfie de quem prometer contemplação. Se você precisa do bem imediatamente, o financiamento resolve; se pode planejar, o consórcio compensa pelo custo menor.
Consórcio ou financiamento para comprar um imóvel?
Para imóvel a diferença de custo é a mais dramática, porque os contratos são longos e os juros se acumulam por décadas. Um financiamento imobiliário de muitos anos pode ultrapassar o dobro do preço à vista só de juros. O consórcio de imóveis não tem juros e ainda permite usar o FGTS para dar lance, complementar a carta ou quitar. A escolha se resume ao tempo: quem precisa morar já e tem entrada tende ao financiamento; quem consegue planejar e quer economizar tende ao consórcio. Veja mais em consórcio de imóveis.
Consórcio ou financiamento para comprar um carro?
No carro, o consórcio costuma ganhar no bolso de quem não tem pressa. O financiamento de veículo entrega o carro na hora, mas embute juros e, muitas vezes, seguro e tarifas que engordam a parcela. O consórcio de automóveis não cobra juros, dispensa entrada e, na contemplação, você paga à vista, com poder de negociar desconto. Se o carro é para trabalhar ou substituir um veículo quebrado hoje, o financiamento faz sentido; se dá para esperar a contemplação ou dar um lance, o consórcio sai mais barato.
Posso trocar o financiamento por um consórcio?
Sim, e muita gente faz exatamente isso. Você entra em um consórcio e, ao ser contemplado, usa a carta de crédito para quitar o saldo devedor do financiamento. Assim troca os juros que ainda pagaria ao banco pela taxa de administração, bem menor. Funciona melhor para quem tem muitos anos de contrato pela frente, onde os juros restantes são maiores. Vale simular os dois cenários antes: quanto falta no financiamento e quanto custaria a carta que quita esse saldo.
O consórcio é tão seguro quanto o financiamento?
Sim. O consórcio é regulado pelo Banco Central pela Lei nº 11.795/2008, do mesmo modo que o crédito bancário é fiscalizado pelo sistema financeiro. Segundo a ABAC, o setor reúne mais de 10 milhões de participantes ativos. Em ambos você lida com instituições autorizadas e contratos formais, e o cuidado é o mesmo: contratar com quem consta na lista de autorizadas do Banco Central. A Kobe atua como correspondente de administradoras autorizadas, então você compara os dois caminhos com transparência e fecha só o que fizer sentido para o seu bolso.

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