Tabela de Consórcio | Kobe Consórcios
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Tabela de Consórcio

Aprenda a ler a tabela e fuja da parcela baixa que engana

A tabela é o retrato do plano: valor da carta, prazo, taxa de administração, fundo de reserva e seguro, tudo na parcela. Quem sabe ler compara administradoras de verdade e não cai em parcela baixa que esconde plano longo. Veja como interpretar cada número e simule grátis.

  • Entenda a parcela
  • Compare administradoras
  • Sem letra miúda
  • Análise sem viés
Administradoras autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil.
Consultor da Kobe explicando cada linha de uma tabela de consórcio ao cliente
0%
Sem jurosVocê paga pelo bem, não por juros
Administradoras que colocamos na mesa
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Vantagens do tabela de consórcio

Ler a tabela é o que separa quem compara plano de quem só compara parcela. Aqui você aprende a enxergar o custo real por trás de cada número.

5Cinco linhas que importamCarta, prazo, taxa de administração, fundo de reserva e seguro definem a parcela.
%A taxa mora aquiA taxa de administração é o custo real do plano; some ela no lugar dos juros.
÷Prazo muda a parcelaMais meses baixam a parcela e não o valor total; menos meses fazem o oposto.
=Compare o totalDuas tabelas com a mesma carta podem ter custos bem diferentes no fim.

Simule seu tabela de consórcio

Escolha o valor e o prazo. A parcela estimada, sem juros, aparece na hora.

Valor da carta de crédito
Em quantos meses
Parcela estimada, sem juros R$ — Estimativa ilustrativa: crédito mais a taxa de administração, dividido pelo prazo. O valor exato depende da administradora. Quero a simulação exata

Como funciona o tabela de consórcio

Cada linha da tabela tem um papel: a carta é o que você recebe, o prazo divide o pagamento, e taxa, fundo de reserva e seguro somam ao lado. Entenda a parcela antes de assinar.

01Junte as tabelasReúna os planos que quer comparar, todos com a mesma faixa de carta.
02Abra a parcelaSepare carta, taxa de administração, fundo de reserva e seguro em cada linha.
03Multiplique pelo prazoParcela vezes número de meses revela o custo total que a tabela cobra.
04Escolha o planoFique com a tabela de menor custo total que cabe na sua parcela.

O que a tabela de consórcio realmente mostra

A tabela de consórcio é a ficha técnica do plano em uma linha só: valor da carta de crédito, prazo do grupo em meses, taxa de administração, fundo de reserva, seguro (quando existe) e o valor da parcela. Ler bem esses campos é o que separa quem compara plano de quem só compara parcela.

O consórcio é regido pela Lei nº 11.795/2008 e fiscalizado pelo Banco Central. Por isso toda administradora autorizada é obrigada a deixar esses números claros no contrato. Segundo a ABAC, o setor já reúne mais de 10 milhões de participantes ativos, e nenhum deles paga juros: paga taxa de administração.

Como ler a tabela linha a linha

Leia sempre de cima para baixo, um campo por vez, sem pular para a parcela. A parcela é o resultado, não o ponto de partida.

Linha 1 — Carta de crédito

É o valor que você recebe quando é contemplado. Toda a tabela gira em torno dela: a taxa incide sobre a carta e o reajuste anual corrige a carta. Comparar tabelas com cartas diferentes não faz sentido.

Linha 2 — Prazo do grupo

É o número de meses do plano. Ele divide a carta e define o tamanho da parcela. Prazo maior derruba a parcela; prazo menor a engorda. O prazo mexe no mês, quase não mexe no total.

Linha 3 — Fundo comum

É a carta dividida pelo prazo, a fatia que forma o dinheiro do grupo e, no fim, paga as cartas de todos. Aqui não há custo nenhum: é a sua poupança dentro do consórcio.

Linha 4 — Taxa de administração

É a remuneração da administradora pela gestão do grupo, diluída ao longo do prazo. É o custo real do plano, no lugar dos juros do financiamento. Um percentual sobre a carta que você deve sempre transformar em reais.

Linha 5 — Fundo de reserva e seguro

O fundo de reserva é a poupança de segurança do grupo contra inadimplência, e a sobra costuma ser devolvida no encerramento. O seguro prestamista, quando incluído, quita a cota em caso de imprevisto com o titular.

Ler a tabela em 4 perguntas

Antes de decidir, faça a mesma tabela responder a quatro perguntas. Se você não achar a resposta de cada uma no papel, peça à administradora.

  • Quanto eu recebo? O valor exato da carta de crédito e o índice que a reajusta.
  • Em quanto tempo? O prazo do grupo em meses, que define o tamanho da parcela.
  • Quanto custa de verdade? A taxa de administração em percentual e em reais no plano inteiro.
  • O que mais entra na parcela? Fundo de reserva e seguro, para não confundir custo com um plano que apenas mostra tudo aberto.

Com essas quatro respostas você tem o retrato honesto do plano e pode colocar duas administradoras lado a lado sem se enganar. Se preferir, a Kobe faz essa leitura com você e monta uma simulação com a parcela já detalhada.

Quer ajuda para ler e comparar as tabelas?Simule grátis em 1 minuto, sem compromisso.

Tabela de Consórcio sem juros, em vídeo

Entenda em poucos segundos como a Kobe transforma o seu plano em conquista, sem juros.

Vídeo do tabela de consórcio sem juros da Kobe Consórcios

Como comparar tabelas de administradoras diferentes

Duas tabelas com a mesma carta raramente custam o mesmo. Sabendo onde olhar, você identifica o plano mais barato em minutos.

Passo 1 — Iguale a carta e o prazo

Comparar parcelas de cartas ou prazos diferentes leva à conclusão errada. Coloque as tabelas na mesma faixa de crédito e, de preferência, no mesmo número de meses. Só assim a parcela vira um termômetro justo entre uma administradora e outra.

Passo 2 — Abra a parcela em campos

Separe cada parcela em fundo comum, taxa de administração, fundo de reserva e seguro. Uma tabela pode parecer mais cara só porque mostra tudo aberto, enquanto a outra esconde ou cobra à parte. Compare campo com campo, nunca número final com número final.

Passo 3 — Some a taxa de administração em reais

Não olhe só o percentual anunciado. Multiplique a taxa pelo valor da carta para achar quanto ela custa em reais no plano inteiro. É esse total, e não a sigla no papel, que pesa no seu bolso ao longo dos anos.

Passo 4 — Multiplique parcela por prazo

Parcela vezes número de meses revela o custo total que a tabela cobra. Esse é o número que você deve comparar entre administradoras, porque a parcela mensal sozinha esconde o desembolso real de quem escolheu o prazo mais longo.

Passo 5 — Confira o reajuste da carta

A carta é corrigida por um índice como INCC ou IPCA para acompanhar o preço do bem. Isso não é juro, é atualização, mas mexe na parcela ano a ano. Veja qual índice cada tabela usa e inclua essa variação na conta desde o começo.

Passo 6 — Escolha o menor custo total que cabe no bolso

Fique com a tabela de menor custo total cuja parcela caiba tranquila no seu orçamento. A parcela ideal não é a menor da lista: é a que resolve o plano pelo menor desembolso, sem apertar o seu mês. A Kobe coloca as administradoras autorizadas lado a lado para você enxergar isso em minutos e, se quiser, aprofundar em consórcio ou financiamento.

Também: Simular consórcio · Todos os tipos

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Parcela baixa nem sempre é o plano melhor

O prazo mexe na parcela, não no custo. Veja a diferença entre olhar a parcela e olhar o total:

Ler a parcela cheia x ler só o valor da parcela
CritérioConsórcioFinanciamento
Parcela cheiaJá inclui taxa, fundo de reserva e seguroSó a divisão da carta, sem os custos
Prazo longoParcela menor, mesmo custo totalParece barato, mas alonga o plano
Taxa de administraçãoPercentual claro sobre a cartaDiluída, difícil de enxergar

Por que o prazo engana quem só olha a parcela

Alongar o plano derruba a parcela mensal, o que atrai à primeira vista. Mas o custo total muda pouco: você paga menos por mês durante mais meses. Quem lê a tabela multiplica parcela por prazo e enxerga o desembolso real antes de decidir.

Veja com números ilustrativos: uma carta de R$ 120 mil com taxa de administração de 18% custa cerca de R$ 141,6 mil ao longo do plano, independentemente do prazo. Em 120 meses, a parcela do fundo comum sai por volta de R$ 1.000 mais os custos. Em 150 meses, cai para cerca de R$ 800 mais os custos, uma parcela menor e mais confortável, mas o total desembolsado é praticamente o mesmo, só que espalhado por dois anos e meio a mais.

É aí que mora o que ninguém te conta: parcela baixa quase sempre esconde prazo longo e mais tempo pagando, não um plano mais barato. O prazo é uma alavanca de fluxo de caixa, não de custo. Use-o para caber no orçamento, nunca como prova de que uma tabela é melhor que a outra. Se a economia real estiver na taxa, você a encontra na linha da taxa, não na parcela.

Uma carta de R$ 100 mil — o que a tabela cobra além do bem:

ConsórcioR$ 100 mil + taxa
Financiamento equivalenteR$ 170 mil+
1,7×

Na tabela do consórcio você soma a carta à taxa de administração e ao fundo de reserva. No crédito bancário, os juros de longo prazo inflam o total bem além do valor do bem. Simule e leia a sua parcela.

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Uma tabela real, campo por campo, e como comparar duas

Um exemplo trabalhado de tabela para carta de R$ 120 mil e o método para colocar duas administradoras na mesma base.

Exemplo — valores ilustrativos

Os números abaixo são hipótese didática para você aprender a leitura, não uma oferta. Peça sempre a tabela real da administradora antes de decidir.

Campo da tabelaO que significaValor no exemplo
Carta de créditoValor que você recebe ao ser contempladoR$ 120.000
Prazo do grupoNúmero de meses para pagar o plano150 meses
Fundo comum (mês)Carta dividida pelo prazo, a sua poupançaR$ 800
Taxa de administraçãoCusto da administradora, no lugar dos juros18% (~R$ 144/mês)
Fundo de reservaPoupança de segurança do grupo2% (~R$ 16/mês)
Seguro prestamistaQuita a cota em caso de imprevisto (opcional)~R$ 24/mês
Parcela cheiaSoma de tudo o que você paga por mês≈ R$ 984

Somando o plano inteiro: 150 parcelas de cerca de R$ 984 dão por volta de R$ 147,6 mil, dos quais R$ 120 mil voltam para você como bem e cerca de R$ 27,6 mil são o custo real (taxa mais seguro), fora o fundo de reserva que costuma ser devolvido no fim.

Comparar duas tabelas na mesma base

Agora o teste que revela o plano mais barato. Duas administradoras, a mesma carta de R$ 120 mil e o mesmo prazo de 150 meses, mudando só a taxa de administração.

Na mesma baseAdministradora AAdministradora B
Carta de créditoR$ 120.000R$ 120.000
Prazo150 meses150 meses
Taxa de administração16% (R$ 19.200)20% (R$ 24.000)
Parcela cheia (aprox.)≈ R$ 960≈ R$ 992
Custo total do plano≈ R$ 144 mil≈ R$ 148,8 mil

A diferença de parcela parece pequena, R$ 32 por mês. Mas ao longo de 150 meses ela vira quase R$ 4,8 mil a mais na administradora B, exatamente a diferença de taxa. A parcela disfarça; o custo total denuncia.

O que ninguém te conta

Se uma administradora anuncia uma parcela mais baixa que a A, desconfie antes de comemorar. Quase sempre a parcela caiu porque o prazo foi esticado, não porque a taxa é menor. Uma parcela de R$ 800 em 200 meses no mesmo exemplo mantém o custo total praticamente igual, só que com quatro anos a mais de boleto.

Regra prática: compare taxa com taxa e custo total com custo total, nunca parcela com parcela. A parcela responde "quanto cabe no meu mês"; a taxa e o total respondem "qual plano é mais barato". São perguntas diferentes, e confundir as duas é o erro mais caro na hora de ler uma tabela de consórcio. Se quiser, a Kobe monta essa comparação com administradoras autorizadas pelo Banco Central e abre cada linha com você.

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Vale a pena aprender a ler a tabela?

Depende de quanto você quer economizar. Veja quando a leitura atenta faz diferença de verdade:

Vale a pena se você

  • Vai comparar planos de administradoras diferentes na mesma base
  • Quer saber quanto a taxa de administração custa em reais no plano inteiro
  • Prefere olhar o custo total (parcela x prazo), não só a parcela do mês
  • Não quer ser surpreendido pelo reajuste anual da carta

Não vale se você

  • Fecha o plano só pela parcela mais baixa que aparece
  • Não confere a taxa de administração em reais nem o prazo
  • Assina sem separar carta, fundo comum, fundo de reserva e seguro da parcela
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Por que fazer seu tabela de consórcio com a Kobe

Só administradoras do BacenAs tabelas que colocamos na mesa são de administradoras fiscalizadas pelo Banco Central, pela Lei nº 11.795/2008.
Parcela aberta, sem surpresaMostramos carta, taxa de administração, fundo de reserva e seguro separados, não só o número final.
Comparação de verdadeColocamos tabelas de administradoras diferentes lado a lado para você ver onde o plano é mais barato.

Administradoras que reunimos para você

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Perguntas frequentes sobre tabela de consórcio

As dúvidas mais comuns sobre tabela de consórcio, respondidas sem enrolação.

O que é a tabela de consórcio e para que serve?
A tabela de consórcio é a ficha técnica do plano: nela estão o valor da carta de crédito, o prazo em meses, a taxa de administração, o fundo de reserva, o seguro quando existe e o valor da parcela. Ela serve para você enxergar de onde sai cada real que paga e comparar planos de administradoras diferentes sem se enganar. Quem lê a tabela com atenção não fecha um plano só porque a parcela parece baixa: confere o custo total antes de assinar. Toda administradora autorizada pelo Banco Central, pela Lei nº 11.795/2008, é obrigada a deixar esses números claros no contrato.
Como ler uma tabela de consórcio linha a linha?
Leia de cima para baixo, um campo por vez, sem correr para a parcela. Primeiro a carta de crédito, que é o valor que você recebe. Depois o prazo, que divide a carta e dá o tamanho da parcela. Em seguida o fundo comum, que é a sua poupança sem custo. Então a taxa de administração, que é o custo real no lugar dos juros. Por fim, fundo de reserva e seguro. Um bom atalho é a leitura em quatro perguntas: quanto eu recebo, em quanto tempo, quanto custa de verdade e o que mais entra na parcela. Se a tabela não responde a alguma delas, peça à administradora.
O que compõe a parcela na tabela de consórcio?
A parcela cheia é uma soma de quatro partes que a tabela mostra separadas. A primeira é o fundo comum, que vem de dividir a carta pelo prazo e forma o dinheiro do grupo, sem custo para você. A segunda é a taxa de administração, a remuneração da administradora, que ocupa o lugar dos juros. A terceira é o fundo de reserva, uma poupança de segurança do grupo. A quarta, quando o plano tem, é o seguro prestamista. Num exemplo ilustrativo de carta de R$ 120 mil em 150 meses, o fundo comum sai por cerca de R$ 800, a taxa de 18% por cerca de R$ 144, o fundo de reserva por cerca de R$ 16 e o seguro por cerca de R$ 24, uma parcela perto de R$ 984.
Como o prazo muda o valor da parcela?
O prazo é o número de meses do grupo e divide a carta de crédito: quanto mais meses, menor a parcela do fundo comum e, portanto, menor a parcela cheia. O que quase não muda é o custo total, porque você paga menos por mês durante mais tempo. Numa carta de R$ 120 mil, por exemplo, a parcela cai de cerca de R$ 984 em 150 meses para perto de R$ 800 em 200 meses, mas o total desembolsado fica praticamente igual, só espalhado por mais quatro anos. Por isso, ao ler a tabela, multiplique a parcela pelo prazo para achar o desembolso real e compare esse número, não o valor mensal.
Como comparar duas tabelas de administradoras diferentes?
Coloque as duas na mesma base: mesma carta de crédito e, se possível, o mesmo prazo. Sem isso a comparação é injusta. Depois compare a taxa de administração em reais no plano inteiro, não só o percentual anunciado. Num exemplo com carta de R$ 120 mil em 150 meses, uma administradora com taxa de 16% (R$ 19.200) tem parcela perto de R$ 960 e custo total de cerca de R$ 144 mil; outra com taxa de 20% (R$ 24.000) tem parcela perto de R$ 992 e total de cerca de R$ 148,8 mil, quase R$ 4,8 mil a mais. A regra é comparar taxa com taxa e custo total com custo total, nunca parcela com parcela.
A parcela mais baixa é sempre o melhor plano?
Nem sempre. Uma parcela baixa costuma vir de um prazo mais longo, o que reduz o valor mensal mas mantém, ou até aumenta, o custo total. É o que ninguém te conta: parcela baixa quase sempre esconde prazo esticado, não um plano mais barato. Além disso, algumas tabelas mostram a parcela sem detalhar a taxa de administração, dando a impressão de plano barato. O jeito certo de decidir é ler a tabela por inteiro: veja o prazo, calcule o total e confira o percentual da taxa em reais. A parcela ideal é a que cabe no seu bolso com o menor custo total, não simplesmente a menor da lista.
O que é a taxa de administração na tabela e quanto ela custa?
A taxa de administração é a remuneração da administradora pela gestão do grupo. Ela aparece na tabela como um percentual sobre a carta de crédito e é diluída ao longo do prazo. Na prática, é o custo real do consórcio, já que não existem juros. Para saber quanto ela pesa, multiplique o percentual pelo valor da carta: uma taxa de 18% sobre uma carta de R$ 120 mil custa cerca de R$ 21,6 mil no plano inteiro. Duas tabelas com a mesma parcela podem ter taxas bem diferentes, e é essa linha que separa o plano barato do caro.
Para que serve o fundo de reserva na tabela?
O fundo de reserva é uma poupança de segurança do grupo, formada por uma pequena parte da parcela, algo em torno de 1% a 3% da carta. Ele cobre eventuais atrasos e inadimplências, protegendo quem paga em dia para que as contemplações não parem. Na maioria dos planos, a sobra do fundo de reserva é devolvida aos participantes no encerramento do grupo. Ao ler a tabela, some esse campo à parcela para não achar que um plano é mais caro só porque mostra o fundo de reserva separado enquanto outro o esconde.
O valor da carta muda ao longo do plano?
Sim. A carta de crédito é reajustada periodicamente por um índice, como o INCC no consórcio de imóveis ou o IPCA em outros bens, para acompanhar o preço do bem. Isso não é juro, é atualização, mas mexe na parcela ano a ano. O objetivo é proteger o seu poder de compra: quando você for contemplado, a carta deve valer o suficiente para adquirir o bem, mesmo que ele tenha subido de preço. Ao ler a tabela, verifique qual índice de reajuste o plano usa e inclua essa variação na sua conta desde o começo.
A Kobe cobra para me ajudar a ler a tabela?
Não. A Kobe é uma plataforma neutra que compara administradoras autorizadas pelo Banco Central e a análise das tabelas faz parte do atendimento, sem custo para você. Nós reunimos os planos, abrimos a parcela campo por campo e colocamos as administradoras lado a lado para você escolher a tabela de menor custo total que cabe no seu bolso. A lista das administradoras autorizadas está no site do próprio Banco Central. Você não paga nada pela comparação e decide com todos os números na mão, sem letra miúda.

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