Consórcio para produtor rural · Sem juros · Cobertura nacional

Consórcio para produtor rural

Máquina, benfeitoria ou insumo de peso, sem juros e sem travar sua linha de crédito rural. O consórcio para produtor rural entra como uma segunda fonte de recurso, separada do Pronaf e do Plano Safra, para o produtor que já usa o crédito oficial e precisa de fôlego extra na hora de investir na propriedade.

  • Zero juros
  • Sem entrada
  • Não consome seu limite de crédito rural
  • 100% online
Administradoras autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil.
Produtor rural brasileiro planejando o investimento na propriedade com consórcio sem juros da Kobe
0%
Sem jurosVocê paga pelo bem, não por juros
Administradoras do agro
John DeereMassey FergusonRodobensAdemiconEmbraconValtraNew HollandBradesco

Vantagens do consórcio para produtor rural

Todo produtor tem um teto de crédito rural, e a fila de prioridades do Pronaf ou do Plano Safra costuma ir para o custeio da lavoura, não para o investimento que você planejou para este ano. O consórcio abre uma segunda porta de recurso, fora dessa disputa, para o maquinário, a benfeitoria ou o insumo de peso que não cabia no orçamento oficial.

0%Zero jurosVocê paga pelo valor do bem, nunca por juros de banco.
R$0Sem entradaComece a pagar as parcelas e já concorra à contemplação.
LimitePreserva seu crédito ruralNão entra na conta do Pronaf nem do Plano Safra do próximo ano.
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Valor do investimento (carta de crédito)
Em quantos meses
Parcela estimada, sem juros R$ — Estimativa ilustrativa: crédito mais a taxa de administração, dividido pelo prazo. O valor exato depende da administradora. Quero a simulação exata

Como funciona o consórcio para produtor rural

Um grupo de produtores forma um caixa comum, cada um paga sua parcela mensal sem juros, e a cada assembleia parte do grupo recebe a carta de crédito, definida por sorteio de cota ou por quem oferece antecipar mais parcelas.

01Simule grátisInforme o valor do investimento e veja a parcela sem juros.
02Escolha o planoComparamos as administradoras autorizadas pelo Bacen.
03Entre no grupoSem entrada, você já concorre à contemplação na hora.
04Seja contempladoReceba a carta de crédito e invista na propriedade à vista.
Produtor rural avaliando investimento na propriedade sem travar o crédito rural
Investir na propriedade sem disputar espaço com o crédito de custeio da safra.

Investimento fora da disputa pelo crédito rural

O produtor que já opera com Pronaf, Plano Safra ou uma linha bancária sabe que cada real emprestado consome limite, exige garantia e entra na conta de endividamento da propriedade junto ao agente financeiro. O consórcio nasce fora dessa engrenagem: é um grupo de produtores e empresas rurais que juntam recursos próprios para bancar as cartas de crédito, sem banco emprestando e sem consumir seu espaço de crédito oficial para a próxima safra.

A carta chega, você decide onde investir

Ao ser contemplado, o valor da carta cai disponível para uso livre dentro da proposta do plano: trator, implemento, curral, silo, cerca, poço artesiano ou até insumo de alto valor como corretivo de solo em escala. Você negocia à vista com o fornecedor de sua escolha, sem depender de repasse bancário nem de prazo de liberação vinculado à safra.

Duas formas de chegar à sua vez

Cada assembleia libera cartas por dois mecanismos. No primeiro, um sorteio elege a cota contemplada, sem custo adicional e sem preferência para quem paga mais ou menos. No segundo, o produtor oferece antecipar parcelas do próprio plano, um lance, para subir na ordem e receber antes da data que o sorteio determinaria naturalmente.

Onde entra a Cédula de Produto Rural nessa conta

Diferente da CPR, que é um título vinculado à entrega futura de produção e usado para captar recurso hoje contra a safra de amanhã, o consórcio não amarra a contemplação à sua colheita. Isso importa para o produtor que já comprometeu parte da produção em CPRs de custeio e não quer represar mais um título contra a próxima safra só para investir em maquinário ou estrutura.

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Consórcio para produtor rural sem juros, em vídeo

Entenda em poucos segundos como a Kobe transforma o seu plano em conquista, sem juros.

Vídeo do consórcio para produtor rural sem juros da Kobe Consórcios

O que o produtor rural investe com a carta de crédito

A carta serve para qualquer investimento que fortalece a operação, não fica restrita a um único tipo de bem.

Estrutura e maquinário de propriedade rural brasileira conquistados por consórcio
Máquina, benfeitoria ou insumo: a carta cobre o que fortalece a operação.

Máquinas e implementos

Trator, colheitadeira, plantadeira, pulverizador ou implemento de precisão entram na mesma carta, escolhidos conforme o gargalo da propriedade naquele momento. Serve tanto para reposição de um equipamento já depreciado quanto para ampliar a frota diante do crescimento da área plantada ou do rebanho.

Benfeitorias e infraestrutura

Silo, armazém, curral, cerca, reservatório, poço artesiano ou sistema de irrigação também entram no escopo, porque são investimentos que elevam a capacidade produtiva da terra sem depender de um financiamento específico de infraestrutura rural, muitas vezes mais burocrático que o próprio crédito de custeio.

Insumos de alto valor e capital de giro estrutural

Em planos de maior valor, a carta também cobre a compra de insumo em volume, como corretivo de solo, fertilizante para correção de área ou material genético, quando o produtor quer antecipar uma compra estratégica fora do calendário do crédito oficial, sem comprometer o caixa da safra corrente.

Também: Consórcio de fazenda · Imóvel rural

Consórcio para produtor rural ou crédito rural oficial?

Um preserva seu limite de crédito para o custeio da lavoura; o outro entrega o recurso hoje, mas ocupa espaço no seu teto de endividamento. Compare o que pesa mais na sua decisão:

Consórcio para produtor rural x Pronaf/Plano Safra/crédito rural bancário
CritérioConsórcioFinanciamento
Origem do recursoGrupo de participantes, fora do sistema de crédito ruralPronaf, Plano Safra ou banco, dentro do seu limite de crédito
Impacto no limite do produtorNenhum, é uma linha separada da sua capacidade de endividamento ruralReduz o espaço para custeio da safra seguinte
JurosNão tem, só taxa de administraçãoSim, mesmo com equalização, ao longo de vários anos
Garantia exigidaGeralmente não exige penhor rural ou CPRCostuma pedir CPR, penhor agrícola ou aval
Ideal paraQuem já usa o crédito oficial e quer um investimento extra sem disputar o mesmo limiteQuem ainda tem espaço de crédito rural disponível e precisa do recurso já

O que pesa mais: juros ou espaço de crédito

Mesmo com equalização de taxas, o crédito rural oficial cobra juros ao longo dos anos e reduz o quanto você ainda pode tomar emprestado na safra seguinte. O consórcio troca essa conta por uma taxa de administração fixa e mantém intacto o seu limite junto ao banco, o que costuma pesar tanto quanto o próprio custo financeiro para quem já opera perto do teto.

Um investimento de R$ 350 mil na propriedade — quanto você paga no total:

ConsórcioR$ 350 mil + taxa
Crédito rural longo prazoR$ 605 mil+
1,7×

É quanto uma linha de crédito rural de longo prazo pode custar a mais, só de juros, além de ocupar seu limite de endividamento junto ao banco. No consórcio você paga o valor do investimento mais a taxa de administração, e seu crédito rural segue livre para o custeio da safra. Simule e veja a diferença.

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Gestão financeira da propriedade: o consórcio como segunda fonte

Produtor rural experiente não aposta tudo numa única linha de crédito. Diversificar a origem do recurso é o que sustenta investimento contínuo sem depender só do calendário do Pronaf ou do Plano Safra.

Produtor rural analisando o fluxo de caixa da propriedade com consórcio sem juros da Kobe
Separar o investimento planejado do crédito de custeio é o que dá fôlego ao caixa da safra.

Por que separar investimento de custeio

01Fluxo de caixa da safra intactoO crédito rural oficial segue reservado para semente, defensivo e mão de obra, sem disputar espaço com a compra de uma máquina ou benfeitoria.
02Sem novo título contra a produçãoVocê não precisa emitir mais uma CPR ou comprometer parte da colheita futura só para bancar um investimento que pode esperar a contemplação.
03Limite bancário preservadoManter espaço de crédito rural disponível ajuda a negociar condições melhores na safra seguinte, sem chegar ao teto por causa de um investimento estrutural.

Pessoa física ou empresa rural

O plano aceita tanto o produtor pessoa física quanto a empresa rural constituída como pessoa jurídica, e a carta pode sair no nome que melhor se encaixa na estrutura contábil da propriedade.

Consórcio para produtor rural vale a pena?

A conta muda conforme o quanto do seu crédito rural já está comprometido. Veja se o consórcio para produtor rural faz sentido para o seu momento.

Produtor rural brasileiro satisfeito com o investimento planejado na propriedade
Diversificar a fonte de recurso é o que sustenta o investimento ano após ano.

Vale a pena se você

  • Já usa Pronaf, Plano Safra ou linha bancária e não quer comprometer mais limite
  • Pode planejar a contemplação ou dar um lance para acelerar
  • Quer investir em máquina, benfeitoria ou insumo sem emitir nova CPR
  • Pensa em diversificar a fonte de recurso da propriedade

Não vale se você

  • Precisa do recurso operando na safra que já começou e não pretende dar lance
  • Não consegue manter a parcela até o fim do plano
  • Ainda tem bastante espaço de crédito rural disponível e prefere usar agora
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Por que fazer seu consórcio para produtor rural com a Kobe

Autorizadas pelo BacenSó trabalhamos com administradoras fiscalizadas pelo Banco Central, pela Lei nº 11.795/2008.
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Administradoras que reunimos para você

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Perguntas frequentes sobre consórcio para produtor rural

As dúvidas mais comuns sobre consórcio para produtor rural, respondidas sem enrolação.

Como funciona o consórcio para produtor rural?
O produtor entra em um grupo administrado por uma administradora autorizada pelo Banco Central e paga uma parcela mensal, sem juros. A cada assembleia, parte dos participantes recebe a carta de crédito, definida por sorteio de cota ou por quem oferece um lance para antecipar sua vez. Com a carta em mãos, o produtor compra à vista o que planejou, seja máquina, benfeitoria ou insumo, negociando diretamente com o fornecedor. As parcelas continuam até o fim do plano, mesmo depois da contemplação, porque é esse pagamento contínuo do grupo que sustenta as cartas liberadas mês a mês, sem banco financiando por trás.
O consórcio ocupa meu limite de crédito rural do Pronaf ou Plano Safra?
Não. O consórcio é um grupo de participantes que junta recursos próprios, fora do sistema de crédito rural oficial. Ele não passa pela análise de limite do produtor que o banco faz para liberar Pronaf, Plano Safra ou qualquer linha de custeio e investimento rural. Isso significa que você pode ter um consórcio em andamento e, ao mesmo tempo, seguir tomando crédito rural normalmente, sem que um afete o teto do outro. É essa separação que costuma atrair o produtor que já usa boa parte do seu limite bancário e precisa de recurso extra para um investimento planejado.
Consórcio para produtor rural vale a pena?
Vale a pena principalmente para quem já opera com crédito rural e quer investir sem disputar espaço com o custeio da próxima safra. O consórcio não cobra juros, só uma taxa de administração, e não exige as garantias comuns de uma linha bancária, como penhor agrícola ou CPR. A conta fecha para quem consegue planejar o momento da contemplação e enxerga o investimento como algo que pode esperar alguns meses. Não é a escolha certa para quem precisa do recurso operando imediatamente na safra em curso.
Consórcio ou crédito rural (Pronaf, Plano Safra, banco): qual é melhor para o produtor?
Depende de quanto do seu limite de crédito rural já está comprometido. O crédito oficial entrega o recurso mais rápido, mas consome seu teto de endividamento junto ao banco e, mesmo com taxas equalizadas, cobra juros ao longo do prazo. O consórcio não tem juros, não disputa esse limite e preserva o crédito rural para custeio da lavoura. Muitos produtores usam os dois ao mesmo tempo: o crédito oficial para semente, defensivo e mão de obra, e o consórcio para o investimento estrutural que pode aguardar a contemplação.
Preciso emitir uma CPR para participar do consórcio?
Não. A Cédula de Produto Rural é um título que vincula recurso hoje à entrega de produção no futuro, típico de operações de crédito rural e comercialização antecipada. O consórcio não exige esse tipo de garantia: você paga a parcela mensal do plano e, quando contemplado, recebe a carta de crédito, sem comprometer sua safra futura com mais um título em aberto. Para o produtor que já tem CPRs vinculadas ao custeio, essa é uma forma de investir sem represar ainda mais produção contra dívida.
O consórcio serve para máquina, benfeitoria e insumo ao mesmo tempo?
Sim, a carta de crédito não é amarrada a um único tipo de bem. O mesmo plano pode ser usado para comprar trator, colheitadeira ou implemento, para investir em silo, curral, cerca ou irrigação, e também para adquirir insumo de alto valor, como corretivo de solo em volume, conforme o que a propriedade mais precisa no momento da contemplação. Essa flexibilidade é o que torna o consórcio uma ferramenta de investimento, não uma linha restrita a um único item.
Pessoa física ou empresa rural pode contratar o consórcio?
Sim, o consórcio para produtor rural aceita tanto a pessoa física quanto a empresa rural constituída como pessoa jurídica. A carta de crédito pode ser emitida em nome de qualquer um dos dois, conforme a estrutura contábil da propriedade, o que dá flexibilidade para quem opera no CPF e para quem já organizou a atividade como empresa do agronegócio.
Quanto tempo demora para o produtor ser contemplado?
Não existe data garantida, e essa é a informação mais importante antes de entrar no grupo. A contemplação por sorteio de cota pode sair em qualquer assembleia, do início ao fim do plano. Quem tem um investimento com prazo mais apertado costuma oferecer um lance, antecipando parcelas para subir na ordem de contemplação. Por isso o consórcio funciona melhor para o produtor que planeja o investimento com alguma antecedência, e não para quem precisa do recurso já na safra corrente.
Dá para transferir a cota do consórcio se eu formalizar uma empresa rural depois?
Sim. A cota pode ser transferida da pessoa física para a empresa rural, ou entre produtores, sempre com aprovação da administradora. Isso dá margem para o produtor que começa o plano no CPF e, ao longo do caminho, decide migrar a operação para uma pessoa jurídica constituída, sem perder o histórico de parcelas pagas nem precisar recomeçar o plano do zero.

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