Consórcio de Equipamento Agrícola · Sem juros · Cobertura nacional

Consórcio de equipamento agrícola

Arado, grade niveladora, distribuidor de calcário, roçadeira, ordenhadeira, silo ou sistema de irrigação. Equipe a propriedade sem juros, sem entrada e sem tirar dinheiro do caixa da safra. Compare as administradoras autorizadas pelo Banco Central e simule grátis em 1 minuto.

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  • Cabe no orçamento do pequeno produtor
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Administradoras autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil.
Produtor rural brasileiro equipando a propriedade com consórcio de equipamento agrícola da Kobe
0%
Sem jurosVocê paga pelo bem, não por juros
Administradoras do agro
RodobensAdemiconEmbraconBradescoCaixaPorto SeguroSicoobSicredi

Vantagens do consórcio de equipamento agrícola

Boa parte do que faz a propriedade render fica fora do radar do trator e da colheitadeira: é o implemento acoplado, o distribuidor calibrado, o sistema de irrigação ligado na hora certa. O consórcio existe para essa camada de equipamento que o crédito tradicional costuma ignorar por ser ticket pequeno.

0%Zero jurosVocê paga pelo valor do equipamento, nunca por juros de banco.
R$0Sem entradaComece a pagar as parcelas e já concorra à contemplação.
CaixaPreserva o bolso do pequeno produtorParcela leve, sem entrada pesada nem garantia real de peso.
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Simule seu consórcio de equipamento agrícola

Escolha o valor e o prazo. A parcela estimada, sem juros, aparece na hora.

Valor do equipamento (carta de crédito)
Em quantos meses
Parcela estimada, sem juros R$ — Estimativa ilustrativa: crédito mais a taxa de administração, dividido pelo prazo. O valor exato depende da administradora. Quero a simulação exata

Como funciona o consórcio de equipamento agrícola

Um grupo de produtores paga parcelas mensais sem juros, e a cada assembleia uma ou mais cartas de crédito saem por sorteio ou lance, liberando o valor para comprar o equipamento à vista no fornecedor escolhido.

01Simule grátisInforme o valor do equipamento e veja a parcela sem juros.
02Escolha o planoComparamos as administradoras autorizadas pelo Bacen.
03Entre no grupoSem entrada, você já concorre à contemplação na hora.
04Seja contempladoReceba a carta de crédito e compre o equipamento à vista.
Produtor rural conferindo equipamento agrícola conquistado por consórcio sem juros
Do preparo do solo à colheita guardada: o equipamento certo, sem juros no caminho.

Arado, grade e distribuidor: o equipamento que prepara o solo

Antes de plantar, alguém precisa preparar a terra, e é aí que entram o arado, a grade niveladora ou aradora e o distribuidor de calcário e fertilizante. São itens que custam menos que um trator, mas sem eles o trator sozinho não resolve o preparo do solo. A carta de crédito do consórcio cobre justamente essa faixa de equipamento, que muitas linhas de financiamento tratam como acessório de menor prioridade.

Ordenhadeira e roçadeira: o dia a dia de quem cria e cuida do pasto

Quem toca pecuária de leite sabe o peso de uma ordenhadeira quebrada na rotina da propriedade, e quem maneja pastagem depende da roçadeira para manter a área produtiva. Nenhum dos dois costuma virar prioridade em uma linha de crédito rural voltada a máquina grande; no consórcio, o valor da carta se ajusta ao equipamento, não o contrário.

Silo e irrigação: guardar e regar sem pressa no banco

Silo para armazenar grão e sistema de irrigação para não depender só da chuva são investimentos que o pequeno produtor adia ano após ano por causa da entrada. No consórcio, a entrada não existe: o grupo se organiza para que cada participante entre pagando a parcela e já concorrendo à carta.

Contemplação por sorteio ou por lance, explicada pelo equipamento

Todo mês, o grupo se reúne e libera cartas: uma parte por sorteio, sem custo além da parcela normal, e outra parte para quem decide antecipar pagamentos e ofertar um lance. Se a colheita rendeu e sobrou caixa, vale a pena usar parte dele para acelerar a chegada do distribuidor ou da irrigação antes da próxima janela de plantio.

Por que não tem juros no boleto

Ninguém empresta dinheiro nesse modelo: o próprio grupo de produtores forma o fundo que paga as cartas. O que existe é a taxa de administração, cobrada por quem organiza o grupo, e que substitui o spread bancário de uma linha de financiamento tradicional.

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Consórcio de Equipamento Agrícola sem juros, em vídeo

Entenda em poucos segundos como a Kobe transforma o seu plano em conquista, sem juros.

Vídeo do consórcio de equipamento agrícola sem juros da Kobe Consórcios

O que dá para comprar com o consórcio de equipamento agrícola

A carta de crédito acompanha o que falta na propriedade, do preparo do solo ao pós-colheita, sem precisar de um trator novo para justificar o plano.

Equipamento agrícola de apoio funcionando em propriedade rural brasileira
Arado, grade, distribuidor, roçadeira: a carta cobre o que o trator sozinho não resolve.

Preparo de solo: arado, grade e distribuidor

Para quem já tem trator mas o implemento de preparo está velho ou emprestado do vizinho, a carta serve para comprar arado, grade niveladora, grade aradora ou distribuidor de calcário e adubo, item por item ou combinando mais de um na mesma contemplação.

Pecuária e pasto: ordenhadeira e roçadeira

Quem toca gado de leite pode direcionar a carta para modernizar a ordenhadeira, reduzindo perda e ganhando escala na rotina de ordenha. Quem cuida de pastagem usa a mesma lógica para trocar a roçadeira e manter a área sempre limpa para o gado.

Armazenagem e irrigação: silo e pivô

Silo metálico para guardar a colheita sem depender de armazém de terceiro, e sistema de irrigação, seja pivô, gotejamento ou aspersão, para não ficar refém da chuva: são dois investimentos de médio porte que cabem inteiros dentro de uma carta de consórcio, sem precisar de garantia real da propriedade.

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Consórcio de equipamento agrícola ou FINAME/Moderfrota?

Um compara taxa de administração e tempo de espera; o outro compara juros, garantia e repasse bancário. Pense no que mais importa para o seu caso:

Consórcio de equipamento agrícola x FINAME/Moderfrota
CritérioConsórcioFinanciamento
JurosNão tem, só taxa de administraçãoSim, taxa do FINAME ou Moderfrota
EntradaNão exigeCostuma pedir entrada ou garantia
Valor mínimo financiadoSem piso, cabe equipamento de menor valorMuitos bancos evitam ticket pequeno
CompraÀ vista quando contemplado, com descontoFinanciada, sujeita a repasse do banco
Ideal paraPequeno e médio produtor que planeja a compraQuem precisa do item operando já

Quanto o pequeno produtor economiza sem os juros

Equipamento de ticket menor costuma sair mais caro proporcionalmente numa linha de crédito rural, porque as taxas e a burocracia de análise pesam do mesmo jeito para um item de R$ 30 mil ou de R$ 300 mil. O consórcio troca essa conta por uma taxa de administração fixa, sem exigir entrada nem garantia real da propriedade.

Um equipamento de R$ 80 mil — quanto você paga no total:

ConsórcioR$ 80 mil + taxa
FINAME/Moderfrota longoR$ 138 mil+
1,7×

É quanto uma linha FINAME ou Moderfrota de prazo longo pode custar a mais, só de juros. No consórcio você paga o valor do equipamento mais a taxa de administração. Simule e veja a diferença.

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Feito para o pequeno e médio produtor

Muita linha de crédito rural foi desenhada pensando em máquina grande. O consórcio de equipamento agrícola resolve exatamente o item que fica de fora dessa conta: o implemento, o acessório, o equipamento de apoio que faz a propriedade funcionar no dia a dia.

Pequeno produtor rural brasileiro ao lado de equipamento agrícola conquistado por consórcio
Do arado ao pivô de irrigação: o consórcio encaixa o equipamento no orçamento da propriedade.

Onde o consórcio de equipamento se encaixa melhor

01Ticket menor, sem barreiraBancos costumam priorizar máquina de valor alto; a carta de consórcio se ajusta a equipamentos de menor custo sem perder atenção.
02Sem garantia real da terraA propriedade não entra como garantia para liberar a carta, diferente de boa parte do crédito rural com penhor ou hipoteca.
03Parcela do tamanho do bolsoVocê escolhe a faixa de valor e o prazo que cabem no caixa mensal, sem depender de aprovação de limite bancário.

Pessoa física ou empresa rural

O plano aceita tanto o produtor pessoa física quanto a empresa rural constituída, e a carta pode sair no nome de qualquer um dos dois, conforme a documentação da propriedade.

Consórcio de equipamento agrícola vale a pena?

A conta muda conforme a urgência do equipamento na sua rotina. Veja se o seu momento combina com o consórcio.

Pequeno produtor rural satisfeito com novo equipamento agrícola na propriedade
Equipar a propriedade dentro do orçamento do pequeno produtor: esse é o plano.

Vale a pena se você

  • Precisa de arado, grade, distribuidor, roçadeira, ordenhadeira, silo ou irrigação sem entrada
  • Pode planejar a contemplação ou dar um lance para acelerar
  • Quer fugir dos juros do FINAME ou do Moderfrota em item de ticket menor
  • É pequeno ou médio produtor e sente dificuldade de aprovação em linha de crédito rural

Não vale se você

  • Precisa do equipamento operando nesta safra e não pretende dar lance
  • Não consegue manter a parcela até o fim do plano
  • Quer usar o próprio equipamento como garantia de outro empréstimo agora
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Por que fazer seu consórcio de equipamento agrícola com a Kobe

Autorizadas pelo BacenSó trabalhamos com administradoras fiscalizadas pelo Banco Central, pela Lei nº 11.795/2008.
Comparação sem viésColocamos as melhores administradoras do agro lado a lado para o pequeno produtor pegar a melhor condição.
Atendimento humanoSem robô. Um especialista acompanha da simulação até a contemplação do equipamento.

Administradoras que reunimos para você

Rodobens · Bradesco · Ademicon · Embracon · Caixa · Porto Seguro

Perguntas frequentes sobre consórcio de equipamento agrícola

As dúvidas mais comuns sobre consórcio de equipamento agrícola, respondidas sem enrolação.

Como funciona o consórcio de equipamento agrícola?
No consórcio de equipamento agrícola você entra em um grupo administrado por uma administradora autorizada pelo Banco Central e paga uma parcela mensal, sem juros. Todo mês o grupo se reúne em assembleia e um ou mais participantes recebem a carta de crédito, por sorteio ou por lance. Quem é contemplado usa o valor para comprar o equipamento à vista no fornecedor ou revenda de sua escolha, o que costuma render desconto na negociação. As parcelas continuam até o fim do plano, mesmo depois da contemplação, porque é assim que o grupo se autofinancia, sem banco e sem juros no meio do caminho.
Que tipo de equipamento dá para comprar com esse consórcio?
A carta cobre uma faixa ampla de equipamento de apoio à produção: arado, grade niveladora ou aradora, distribuidor de calcário e fertilizante, roçadeira, ordenhadeira, silo para armazenagem de grão e sistema de irrigação, entre outros itens que preparam o solo, cuidam do pasto ou guardam a colheita. É diferente do consórcio de máquinas agrícolas voltado a trator e colheitadeira: aqui o foco é o implemento e o equipamento que dá suporte à operação do dia a dia.
Consórcio de equipamento agrícola vale a pena para o pequeno produtor?
Vale muito a pena para quem sente dificuldade em aprovar crédito rural para itens de ticket menor, como um distribuidor ou uma roçadeira, e pode planejar a contemplação dentro do calendário da propriedade. O FINAME e o Moderfrota cobram juros que pesam proporcionalmente mais em equipamento de menor valor; no consórcio, você paga o valor do bem mais a taxa de administração e ainda compra à vista. Não vale para quem precisa do equipamento operando nesta safra e não pretende dar lance para acelerar.
Consórcio ou FINAME/Moderfrota: qual é melhor para equipamento?
Depende da urgência e do valor do equipamento. O FINAME e o Moderfrota entregam o item operando mais rápido, mas cobram juros e costumam priorizar máquina de valor mais alto, o que deixa implementos de ticket menor em segundo plano na análise do banco. O consórcio não tem juros nem exige entrada, e você compra à vista quando é contemplado, com poder de negociar desconto. A diferença central é o tempo: crédito rural é para quem precisa do equipamento já; consórcio é para quem planeja a compra e quer pagar bem menos pelo mesmo item.
Preciso ter uma propriedade grande para participar?
Não. O consórcio de equipamento agrícola foi pensado também para o pequeno e médio produtor, justamente porque a carta se ajusta ao valor do equipamento escolhido, sem piso mínimo que costuma existir em algumas linhas de crédito rural voltadas a máquina de grande porte. Tanto o produtor pessoa física quanto a empresa rural constituída podem participar, e o grupo reúne desde quem busca uma roçadeira até quem planeja um sistema de irrigação completo para a propriedade.
Preciso dar entrada no consórcio de equipamento agrícola?
Não. O plano não exige entrada. Você começa a pagar as parcelas mensais e já concorre à contemplação desde a primeira assembleia. Se quiser acelerar, pode ofertar um lance a qualquer momento, mas isso é totalmente opcional. É por isso que o consórcio preserva o orçamento do pequeno produtor, ao contrário de linhas de crédito que costumam pedir entrada ou garantia real logo na contratação, mesmo para um item de valor modesto como uma roçadeira ou um distribuidor.
Quanto tempo demora para ser contemplado?
Não há data garantida, e essa é a regra mais importante de entender antes de entrar no grupo. A contemplação por sorteio pode sair em qualquer assembleia, do início ao fim do plano. Quem tem urgência para trocar a ordenhadeira ou a roçadeira antes de uma época específica costuma ofertar um lance para furar a fila e ser contemplado mais cedo. Por isso o consórcio é ideal para quem consegue planejar a troca do equipamento com alguma antecedência.
Consórcio de equipamento agrícola é furada? Qual é a pegadinha?
Consórcio de equipamento agrícola não é furada: é regulado pelo Banco Central pela Lei nº 11.795/2008 e é usado há décadas em todo o país. A única regra que poucos contam é esta: não há data garantida para a sua contemplação. Se você precisa do equipamento operando nesta safra e não pretende dar lance, o consórcio não é o caminho certo agora. Os pontos de atenção reais são a taxa de administração, que substitui os juros, o reajuste da carta para acompanhar o preço de mercado do equipamento, e a disciplina de manter as parcelas em dia. A Kobe só trabalha com administradoras fiscalizadas pelo Banco Central.
Posso transferir minha cota de consórcio para outra pessoa ou empresa?
Sim. A cota de consórcio pode ser transferida para outra pessoa física ou jurídica, e cartas de crédito já contempladas podem ser negociadas, sempre com a aprovação da administradora. Isso dá flexibilidade caso a estrutura da propriedade mude no meio do plano, por exemplo se o produtor decide migrar a operação para uma empresa rural ou se o equipamento planejado deixa de fazer sentido para a safra seguinte.

Equipe a propriedade sem juros

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