Consórcio Empresarial · Sem juros · Cobertura nacional

Consórcio empresarial

Uma forma de planejar o crescimento do seu CNPJ sem juros e sem tirar dinheiro do caixa da operação. Frota, máquinas, imóvel comercial ou reforma da loja: o consórcio empresarial vira parte da estratégia financeira da empresa, não uma dívida que aperta o fluxo de caixa. Compare administradoras autorizadas pelo Banco Central e simule grátis em 1 minuto.

  • Zero juros no CNPJ
  • Capital de giro intacto
  • Parcela previsível no orçamento
  • 100% online
Administradoras autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil.
Empresário brasileiro planejando o consórcio empresarial da empresa sem comprometer o capital de giro
0%
Sem jurosVocê paga pelo bem, não por juros
Administradoras para CNPJ
BradescoAdemiconEmbraconPorto SeguroRodobensItaúCaixaSantander

Vantagens do consórcio empresarial

Troque o empréstimo empresarial que consome limite e cobra juros por uma parcela fixa, sem correção, que a empresa planeja com antecedência.

0%Zero juros no CNPJA empresa paga pelo valor do investimento, nunca por juros de empréstimo empresarial.
R$0Capital de giro preservadoVocê entra no grupo sem sacar o caixa da operação para fazer o investimento.
FixaPrevisibilidade no orçamentoParcela sem correção de juros, fácil de encaixar no planejamento financeiro.
PJCarta em nome da empresaSimule e contrate com CNPJ, com atendimento humano do início ao fim.

Simule seu consórcio empresarial

Escolha o valor e o prazo. A parcela estimada, sem juros, aparece na hora.

Valor do investimento (carta de crédito PJ)
Em quantos meses
Parcela estimada, sem juros R$ — Estimativa ilustrativa: crédito mais a taxa de administração, dividido pelo prazo. O valor exato depende da administradora. Quero a simulação exata

Como funciona o consórcio empresarial

Um plano criado para o CNPJ investir com previsibilidade, sem tirar recurso do caixa da operação nem depender de aprovação de crédito bancário.

01Simule grátisInforme o valor do investimento e veja a parcela sem juros.
02Escolha o planoComparamos as administradoras com carta para CNPJ.
03Entre no grupoA empresa já concorre à contemplação desde a primeira assembleia.
04Seja contempladoReceba a carta de crédito e invista sem tirar dinheiro do caixa.
Empresário brasileiro planejando investimento da empresa com consórcio empresarial sem juros
O CNPJ entra no grupo e planeja o investimento sem tirar dinheiro do caixa da operação.

A empresa entra no grupo, não em uma dívida

O consórcio empresarial coloca o CNPJ dentro de um grupo de participantes com o mesmo objetivo de investimento, administrado por uma empresa autorizada pelo Banco Central. A empresa paga uma parcela mensal fixa, sem juros, e essa parcela entra no planejamento financeiro como um custo previsível, igual a um aluguel ou a uma folha de pagamento, o que facilita a projeção do fluxo de caixa dos próximos anos.

Como a carta chega até a empresa

Mensalmente a administradora reúne o grupo e libera uma ou mais cartas de crédito. A cota da empresa participa por um número gerado no ato da adesão, que concorre junto com as demais cotas ativas do grupo, sem custo adicional para isso. Quem quiser antecipar a liberação da carta pode ofertar um lance, usando reserva de caixa ou parte do faturamento, adiantando parcelas futuras para tentar sair na frente.

Por que não existe cobrança de juros

O consórcio empresarial funciona por autofinanciamento coletivo: são as parcelas dos próprios participantes que formam o fundo usado para pagar as cartas todo mês, sem intermediação de instituição financeira emprestando capital. A administradora cobra apenas a taxa de administração pela gestão do grupo, o que explica a ausência de juros no contrato, diferente de qualquer linha de crédito empresarial tradicional.

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Consórcio Empresarial sem juros, em vídeo

Entenda em poucos segundos como a Kobe transforma o seu plano em conquista, sem juros.

Vídeo do consórcio empresarial sem juros da Kobe Consórcios

O que a empresa pode fazer com a carta de crédito PJ

Uma carta, várias frentes do negócio. Veja onde o consórcio empresarial normalmente entra na estratégia do CNPJ.

Equipe de pequena empresa analisando expansão do negócio financiada por consórcio empresarial
Frota, máquinas, imóvel comercial ou nova unidade: a carta PJ serve para o que a empresa decidir.

Frota, máquinas e equipamentos operacionais

Renovar veículos comerciais, ampliar a frota de entrega ou adquirir máquinas e equipamentos de produção costuma ser o uso mais direto da carta, permitindo à empresa crescer a capacidade operacional sem comprometer o limite de crédito já usado em outras frentes.

Imóvel comercial, sede própria e reforma

Comprar a sala, o galpão ou a loja onde a empresa opera, em vez de seguir pagando aluguel, é uma decisão que muitos empresários programam via consórcio, exatamente por não exigir entrada nem travar o capital de giro logo no início do plano. A carta também cobre reforma e ampliação de unidades já existentes.

Capital para expansão e abertura de nova unidade

Abrir uma segunda loja, montar uma nova filial ou estruturar o negócio antes de faturar demanda investimento fora do caixa do dia a dia. O consórcio empresarial serve exatamente para esse tipo de meta de médio prazo, quando o empresário sabe o valor necessário e tem alguns meses ou anos para planejar a contemplação.

Também: Consórcio para reforma de loja · Consórcio de imóvel comercial

Consórcio empresarial ou empréstimo empresarial/BNDES?

A conta muda quando você olha o DRE inteiro, não só a prestação isolada. Compare lado a lado:

Consórcio empresarial x empréstimo empresarial/BNDES
CritérioConsórcioFinanciamento
JurosNão temSim, com taxas que pesam no DRE
Capital de giroFica intacto na operaçãoCostuma consumir limite de crédito da empresa
Custo totalValor do investimento + taxa de administraçãoPode superar em muito o valor emprestado
GarantiasA própria carta serve de lastro do grupoGeralmente exige garantia real ou aval do sócio
Ideal paraEmpresa que planeja o investimento com antecedênciaEmpresa que precisa do recurso agora

Quanto o CNPJ deixa de pagar em juros

Uma linha de crédito empresarial ou um financiamento via BNDES resolve o caixa na hora, mas a soma de juros, IOF e taxas ao longo do contrato costuma pesar bastante no resultado da empresa. No consórcio, o custo fica restrito à taxa de administração, sem esse componente financeiro embutido.

Um investimento de R$ 150 mil — quanto a empresa paga no total:

ConsórcioR$ 150 mil + taxa
Empréstimo empresarial/BNDESR$ 300 mil+

É quanto um empréstimo empresarial ou uma linha via BNDES pode custar a mais, só em juros e encargos ao longo do contrato. No consórcio, a empresa paga o valor do investimento mais a taxa de administração. Simule e veja a diferença.

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Consórcio como ferramenta de planejamento financeiro do CNPJ

Empresa que cresce de forma sustentável costuma separar o investimento estratégico do caixa da operação. É exatamente essa separação que o consórcio empresarial viabiliza.

Empresário analisando planejamento financeiro do consórcio empresarial com a Kobe
A Kobe ajuda o CNPJ a estruturar o investimento sem pressionar o capital de giro.

Onde o consórcio empresarial entra no orçamento

01Custo fixo e previsívelA parcela sem juros entra na planilha financeira como um item estável, fácil de projetar para os próximos anos.
02Sem consumir limite bancárioA empresa mantém o limite de crédito disponível para emergências, em vez de usá-lo em um investimento que pode esperar.
03Sem exigir garantia realDiferente de boa parte do crédito empresarial, o plano não costuma amarrar bens da empresa ou aval do sócio como lastro.

Para que porte de empresa faz sentido

Da pequena empresa que está estruturando o primeiro investimento relevante até negócios maiores que já têm previsibilidade de faturamento, o consórcio empresarial se encaixa quando existe uma meta clara e um horizonte de tempo para alcançá-la, sem a urgência de resolver tudo no mês seguinte.

Consórcio empresarial vale a pena para minha empresa?

A resposta muda conforme a urgência do investimento e a saúde do caixa do CNPJ. Avalie os dois cenários antes de decidir.

Empresário brasileiro comemorando a contemplação do consórcio empresarial da sua empresa
O investimento que a empresa planejou, contemplado sem pesar no capital de giro.

Vale a pena se você

  • A empresa quer investir em frota, máquinas, imóvel ou expansão sem tirar dinheiro do capital de giro
  • O CNPJ pode planejar o investimento com meses ou anos de antecedência
  • A empresa prefere manter o limite de crédito bancário livre para emergências
  • O empresário quer fugir dos juros do empréstimo empresarial ou de linhas com garantia real

Não vale se você

  • A empresa precisa do recurso imediatamente, sem margem para aguardar contemplação
  • O fluxo de caixa não sustenta uma parcela fixa até o fim do plano
  • Já existe o valor reservado em caixa e não compensa pagar taxa de administração
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Por que fazer seu consórcio empresarial com a Kobe

Autorizadas pelo BacenSó trabalhamos com administradoras fiscalizadas pelo Banco Central, pela Lei nº 11.795/2008.
Comparação sem viésColocamos as melhores administradoras de consórcio PJ lado a lado para a empresa pegar o melhor plano.
Atendimento humanoSem robô. Um especialista acompanha o CNPJ da simulação até a contemplação.

Administradoras que reunimos para você

Bradesco · Ademicon · Embracon · Porto Seguro · Rodobens · Itaú

Perguntas frequentes sobre consórcio empresarial

As dúvidas mais comuns sobre consórcio empresarial, respondidas sem enrolação.

Como funciona o consórcio empresarial?
No consórcio empresarial, o CNPJ entra em um grupo administrado por uma administradora autorizada pelo Banco Central e paga uma parcela mensal fixa, sem juros. Todo mês o grupo se reúne em assembleia e uma ou mais cotas são contempladas, por sorteio ou por lance. Quando a empresa é contemplada, recebe uma carta de crédito que pode ser usada em frota, máquinas, imóvel comercial ou outro investimento definido no plano. As parcelas seguem até o fim do prazo, mesmo após a contemplação, pois é esse fundo comum que sustenta o grupo, sem banco emprestando capital.
Consórcio empresarial é indicado para qualquer porte de empresa?
Sim, desde que exista um investimento planejado e algum horizonte de tempo para esperar a contemplação. Pequenas empresas costumam usar o consórcio para o primeiro investimento relevante sem comprometer o caixa, enquanto negócios maiores usam para expandir frota, abrir unidades ou adquirir imóvel comercial. O ponto em comum é que o consórcio funciona melhor quando a empresa não precisa do recurso na semana seguinte, já que não existe data garantida para a contemplação.
Consórcio empresarial ou empréstimo empresarial/BNDES: qual compensa mais?
Depende da urgência e da saúde financeira do CNPJ. O empréstimo empresarial e as linhas via BNDES liberam o recurso mais rápido, mas cobram juros que costumam pesar bastante no resultado da empresa ao longo do contrato, além de muitas vezes exigirem garantia real ou aval dos sócios. O consórcio não tem juros e não trava o capital de giro, mas exige que a empresa aguarde a contemplação por sorteio ou acelere com um lance. Quem consegue planejar o investimento com antecedência tende a pagar bem menos no consórcio do que em uma linha de crédito bancária.
A carta de crédito do consórcio empresarial pode ser usada em qualquer investimento da empresa?
A carta é flexível dentro da categoria contratada, cobrindo frota de veículos, máquinas e equipamentos, imóvel comercial, reforma de unidade, capital para expansão ou estruturação de uma nova empresa. A empresa decide onde e com qual fornecedor usar o valor, sem ficar amarrada a um crédito específico ou a uma instituição financeira determinando o destino do recurso. Vale conferir no contrato do plano qual é a categoria de bem ou serviço prevista, já que a administradora define esse enquadramento no momento da adesão.
O consórcio empresarial consome o limite de crédito bancário da empresa?
Não. Como não existe empréstimo nem financiamento envolvido, o consórcio empresarial não ocupa o limite de crédito que o banco disponibiliza para o CNPJ. Isso mantém esse limite livre para outras necessidades da operação, como emergências de caixa ou negociação com fornecedores, enquanto o investimento planejado segue seu curso dentro do grupo de consórcio. Para empresas que dependem de linhas de crédito sazonais, essa separação costuma facilitar a negociação com o banco em outras frentes.
Preciso dar entrada para contratar consórcio empresarial?
Não. O consórcio empresarial não exige entrada. A empresa começa a pagar as parcelas mensais e já concorre à contemplação desde a primeira assembleia. Quem quiser acelerar pode ofertar um lance a qualquer momento, usando reserva de caixa disponível, mas essa decisão é sempre opcional e fica a critério do empresário conforme a urgência do investimento. É essa ausência de entrada que permite ao CNPJ entrar no plano sem descapitalizar a operação logo no primeiro mês.
Como uma empresa pequena comprova renda para entrar no consórcio empresarial?
A análise costuma considerar o faturamento do CNPJ, o tempo de atividade e, em alguns casos, documentos complementares dos sócios. Cada administradora tem seus próprios critérios de aprovação, por isso a comparação entre planos ajuda a encontrar a que melhor se encaixa no perfil de uma empresa pequena ou em fase de estruturação, sem exigências desproporcionais ao porte do negócio. Empresas mais novas, com pouco histórico de faturamento, tendem a encontrar mais flexibilidade em planos com carta de valor menor.
Dá para usar o consórcio empresarial para montar uma frota de veículos?
Sim, é um dos usos mais comuns entre empresas de logística, distribuição e prestação de serviços. A carta de crédito permite adquirir um ou mais veículos comerciais sem comprometer o capital de giro de uma vez só, o que ajuda a empresa a expandir a frota de forma gradual, conforme cada cota é contemplada dentro do plano. Muitas empresas contratam várias cotas simultaneamente, escalonando a renovação da frota ao longo dos anos.
Posso transferir a cota de consórcio empresarial se a empresa mudar de planos?
Sim. A cota de consórcio contratada em nome do CNPJ pode ser transferida para outra pessoa jurídica, e cartas de crédito já contempladas podem ser negociadas, sempre com a aprovação da administradora. Isso dá à empresa flexibilidade para reorganizar a estratégia de investimento sem ficar presa ao plano até o fim, caso o cenário do negócio mude ao longo do caminho, inclusive em situações de fusão, venda ou reestruturação societária.

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