Consórcio de equipamento industrial · Sem juros · Cobertura nacional

Consórcio de equipamento industrial

Torno CNC, injetora de plástico, prensa hidráulica, esteira transportadora ou caldeira industrial. Equipe ou modernize a linha de produção sem juros, sem entrada e sem travar o capital de giro da fábrica. Compare as administradoras autorizadas pelo Banco Central e simule grátis em 1 minuto.

  • Zero juros
  • Sem entrada
  • Aumenta a capacidade produtiva
  • 100% online
Administradoras autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil.
Torno CNC operando em linha de produção industrial conquistado com consórcio Kobe
0%
Sem jurosVocê paga pelo bem, não por juros
Administradoras de equipamento industrial
RodobensBradescoAdemiconEmbraconCaixaPorto SeguroServopaSicoob

Vantagens do consórcio de equipamento industrial

Toda indústria de transformação esbarra no mesmo gargalo: o parque de máquinas envelhece, a demanda cresce e o dinheiro para trocar o torno ou ampliar a linha está preso no capital de giro. O consórcio destrava essa equação, porque a parcela cabe no orçamento da fábrica e a contemplação não depende de aprovar garantia real no banco.

0%Zero jurosVocê paga pelo valor do equipamento, nunca por juros de banco.
R$0Sem entradaComece a pagar as parcelas e já concorra à contemplação.
FábricaPreserva o capital de giroSem entrada alta travando caixa da produção.
100%Sem burocraciaSimule e contrate online, com atendimento humano.

Simule seu consórcio de equipamento industrial

Escolha o valor e o prazo. A parcela estimada, sem juros, aparece na hora.

Valor do equipamento (carta de crédito)
Em quantos meses
Parcela estimada, sem juros R$ — Estimativa ilustrativa: crédito mais a taxa de administração, dividido pelo prazo. O valor exato depende da administradora. Quero a simulação exata

Como funciona o consórcio de equipamento industrial

Um grupo de indústrias do setor de transformação paga parcelas mensais sem juros, e a cada assembleia uma ou mais cartas de crédito são liberadas por sorteio ou lance, para comprar o equipamento à vista no fabricante ou revendedor de sua escolha.

01Simule grátisInforme o valor do equipamento e veja a parcela sem juros.
02Escolha o planoComparamos as administradoras autorizadas pelo Bacen.
03Entre no grupoSem entrada, você já concorre à contemplação na hora.
04Seja contempladoReceba a carta de crédito e compre o equipamento à vista.
Torno CNC e centro de usinagem trabalhando lado a lado em linha de produção industrial
O equipamento certo na etapa certa da produção, sem os juros do financiamento.

A carta abre negociação direta com o fabricante

Quando contemplado, você recebe a carta de crédito e negocia direto com o fabricante da injetora, o representante do torno CNC ou a metalúrgica que fabrica a prensa hidráulica, pagando à vista. Isso pesa na mesa de negociação: comprador que chega com recurso liberado normalmente consegue desconto maior do que quem chega dependendo de repasse bancário e prazo de liberação de financiamento.

Ciclo de produção aquecido: a hora de ofertar o lance

Diferente do sorteio, que é aleatório e sem custo extra, o lance é uma decisão de gestão da indústria. Se um pedido grande encheu o caixa este trimestre, faz sentido usar parte desse capital livre para ofertar um lance e antecipar a chegada do equipamento antes do próximo pico de encomendas.

Lance com máquina usada como parte de pagamento

Muitos grupos aceitam o equipamento atual, ainda em operação, como parte de um lance embutido negociado direto com a administradora. Isso libera capital parado numa prensa ou numa injetora que já não acompanha o volume de produção necessário.

Lance fixo e lance livre

Alguns planos definem um percentual fixo em regulamento; outros deixam a indústria decidir quanto ofertar, dentro de um teto. Vale entender essa regra antes de entrar no grupo, porque ela muda a estratégia de quem planeja a expansão da linha.

Sem banco no meio, sem juros na fatura

O grupo se autofinancia: quem cobre a parcela de uma indústria é o próprio coletivo de participantes, não uma instituição financeira cobrando spread. O que existe é a taxa de administração, cobrada por quem organiza o grupo, substituindo integralmente os juros de uma linha de financiamento industrial.

Bora planejar a próxima etapa da fábrica?Simule grátis em 1 minuto, sem compromisso.

Consórcio de equipamento industrial sem juros, em vídeo

Entenda em poucos segundos como a Kobe transforma o seu plano em conquista, sem juros.

Vídeo do consórcio de equipamento industrial sem juros da Kobe Consórcios

O que dá para comprar com o consórcio de equipamento industrial

A carta de crédito acompanha o gargalo produtivo da vez: dá para escolher o equipamento que resolve o ponto de estrangulamento da linha, da usinagem ao acabamento.

Injetora de plástico operando em fábrica de componentes
A carta cobre torno, injetora, prensa, esteira e caldeira, à vista.

Torno CNC e centro de usinagem: precisão para a linha de produção

São os equipamentos mais buscados por quem quer ganhar precisão dimensional e reduzir refugo na usinagem de peças metálicas. Um torno CNC substitui operações manuais por corte programado, e é comum a carta financiar a troca de um torno convencional por um centro com controle numérico mais moderno, ganhando velocidade de setup e repetibilidade na produção seriada.

Injetora de plástico e prensa hidráulica: o coração da transformação

Indústria de embalagens, autopeças e componentes plásticos depende diretamente da capacidade instalada de injetoras. Já quem trabalha com estamparia, forjaria ou conformação metálica precisa de prensa hidráulica ou mecânica com tonelagem compatível ao molde. A carta cobre desde a máquina isolada até o conjunto com periféricos, como robô de retirada de peça e sistema de refrigeração do molde.

Esteira transportadora e caldeira: fechando o ciclo fabril

Depois de usinar, injetar ou prensar, a fábrica precisa movimentar material entre setores e gerar vapor ou calor de processo. A carta também cobre esteira transportadora para logística interna da linha, e caldeira industrial para geração de vapor em processos térmicos, de lavanderia industrial a indústria alimentícia. São equipamentos que fecham o ciclo produtivo sem tirar recurso do caixa da operação corrente.

Também: Torno CNC · Injetora de plástico

Consórcio de equipamento industrial ou FINAME/financiamento?

Um compara garantia real da planta e limite do CNPJ; o outro compara taxa de administração e tempo de espera. Veja qual ponto pesa mais no seu projeto de modernização:

Consórcio de equipamento industrial x FINAME/financiamento industrial
CritérioConsórcioFinanciamento
JurosNão tem, só taxa de administraçãoSim, taxa do FINAME ou financiamento industrial
EntradaNão exigeGeralmente exigida, ou garantia real da planta
Análise de créditoMais enxuta, sem travar limite BNDES do CNPJAnálise via agente financeiro, limite e garantias
CompraÀ vista quando contemplado, com poder de negociar descontoFinanciada, sujeita a repasse do banco e prazo de liberação
Ideal paraQuem planeja a próxima etapa de modernização do parque fabrilQuem precisa da máquina rodando já na linha atual

Quanto você preserva sem os juros e sem a garantia real

Some os juros de um financiamento via FINAME ao custo de imobilizar uma garantia real da fábrica, e o total foge do que aparece só na parcela mensal. O consórcio troca essa engenharia financeira por uma taxa de administração fixa, sem pedir o patrimônio da planta em garantia.

Um equipamento de R$ 250 mil — quanto você paga no total:

ConsórcioR$ 250 mil + taxa
FINAME/financiamento longoR$ 450 mil+
1,8×

É quanto um financiamento industrial de longo prazo pode custar a mais, só de juros. No consórcio você paga o valor do equipamento mais a taxa de administração. Simule e veja a diferença.

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Modernizar o parque fabril ou ampliar a capacidade: onde o consórcio entra

Toda indústria de transformação chega no mesmo dilema: seguir produzindo com o parque atual ou investir em modernização para ganhar capacidade. O consórcio muda a matemática dessa decisão.

Por que trocar o parque envelhecido por equipamento novo

01Fim do refugo que corrói a margemMáquina desatualizada gera mais peça fora de especificação, e cada refugo é matéria-prima e hora de máquina perdidas.
02Capacidade produtiva sem depender de terceirizaçãoEquipamento próprio tira a fábrica da fila de terceiros e reduz o lead time de entrega ao cliente final.
03Caixa da produção preservadoSem entrada alta, o capital de giro segue livre para matéria-prima, mão de obra e manutenção da linha.

Indústria de transformação: setores que já usam o consórcio

Metalúrgicas de usinagem, indústrias de plástico e embalagem, confecções com linha de costura industrial e fábricas de alimentos com processo térmico formam a base de quem já moderniza o parque de máquinas via consórcio, seja para ampliar turno ou para lançar uma linha de produto nova.

Pessoa física ou empresa: quem pode participar

O consórcio de equipamento industrial aceita tanto o empresário individual quanto a empresa constituída como pessoa jurídica, e a carta de crédito pode sair em nome de qualquer um dos dois, conforme a estrutura do negócio.

Consórcio de equipamento industrial vale a pena?

Não existe resposta certa pra toda fábrica: existe a pergunta certa, que é o cronograma da sua próxima etapa de produção. Veja se o consórcio de equipamento industrial faz sentido para o seu momento.

Equipe de produção ao lado de equipamento industrial novo conquistado por consórcio
Modernizar a fábrica sem apertar o caixa da operação: esse é o plano.

Vale a pena se você

  • Quer modernizar ou ampliar a linha de produção sem travar o capital de giro
  • Pode planejar a contemplação ou dar um lance para acelerar
  • Quer economizar frente aos juros do FINAME ou financiamento industrial
  • Pensa em trocar equipamento terceirizado ou alugado por máquina própria aos poucos

Não vale se você

  • Precisa do equipamento operando na linha que já começou e não pretende dar lance
  • Não consegue manter a parcela até o fim do plano
  • Quer usar o equipamento como garantia de outro empréstimo agora
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Por que fazer seu consórcio de equipamento industrial com a Kobe

Autorizadas pelo BacenSó trabalhamos com administradoras fiscalizadas pelo Banco Central, pela Lei nº 11.795/2008.
Comparação sem viésColocamos as melhores administradoras de equipamento industrial lado a lado para você pegar a melhor taxa e prazo.
Atendimento humanoSem robô. Um especialista te acompanha da simulação até a contemplação.

Administradoras que reunimos para você

Rodobens · Bradesco · Ademicon · Embracon · Caixa · Porto Seguro

Perguntas frequentes sobre consórcio de equipamento industrial

As dúvidas mais comuns sobre consórcio de equipamento industrial, respondidas sem enrolação.

Como funciona o consórcio de equipamento industrial?
No consórcio de equipamento industrial você entra em um grupo administrado por uma administradora autorizada pelo Banco Central e paga uma parcela mensal, sem juros. Todo mês o grupo se reúne em assembleia e um ou mais participantes são contemplados, por sorteio ou por lance. Quem é contemplado recebe uma carta de crédito no valor do equipamento e compra à vista no fabricante que preferir, o que costuma render desconto na negociação. As parcelas seguem até o fim do plano, mesmo depois da contemplação, e é assim que o grupo se autofinancia, sem banco e sem juros no meio do caminho.
Quais máquinas entram no consórcio de equipamento industrial?
A categoria de equipamento industrial reúne as principais máquinas da indústria de transformação: torno CNC, centro de usinagem, injetora de plástico, prensa hidráulica ou mecânica, esteira transportadora e caldeira industrial, entre outras. A Kobe tem páginas específicas para os principais tipos, cada uma com o comparativo e a simulação daquele equipamento, e esta página serve como o guia geral da categoria para quem ainda está decidindo qual máquina priorizar na modernização da fábrica.
Consórcio de equipamento industrial vale a pena para a indústria?
Vale muito a pena para quem quer modernizar ou ampliar a linha de produção sem pagar juros e pode planejar a contemplação dentro do cronograma da fábrica. Um financiamento industrial de longo prazo pode custar bem mais caro só de juros; no consórcio, você paga o valor do equipamento mais a taxa de administração e ainda compra à vista, com poder de negociar desconto direto com o fabricante. A conta fecha para quem já opera com capacidade limitada e quer investir em novo maquinário aos poucos. Não vale só para quem precisa do equipamento rodando na linha que já está em produção.
Consórcio ou FINAME/financiamento: qual é melhor para comprar equipamento industrial?
Depende do seu momento de produção. O FINAME e o financiamento bancário entregam o equipamento operando mais rápido, mas cobram juros e costumam exigir garantia real da planta e análise de limite do CNPJ. O consórcio não tem juros nem exige entrada, e você compra à vista quando é contemplado, com poder de barganha direto no fabricante. A diferença essencial é o tempo: financiamento é para quem precisa da máquina já na linha corrente; consórcio é para quem planeja a próxima etapa de modernização e quer pagar bem menos pelo mesmo equipamento.
Compensa trocar equipamento terceirizado por máquina própria via consórcio?
Para quem terceiriza etapas do processo com frequência, sim, costuma compensar no médio prazo. Cada pedido terceirizado sai do caixa sem virar patrimônio, enquanto a parcela do consórcio caminha para um equipamento que passa a ser da fábrica. O ponto de atenção é o tempo até a contemplação: se a produção depende de capacidade imediata em todo pico de demanda, vale manter parte do processo terceirizado enquanto o consórcio contempla a máquina que vai internalizar essa etapa.
Empresário individual ou empresa pode participar do consórcio de equipamento industrial?
Sim, o consórcio de equipamento industrial aceita tanto o empresário individual quanto a empresa constituída como pessoa jurídica. A carta de crédito pode ser emitida em nome de qualquer um dos dois, conforme a estrutura do negócio e a documentação apresentada à administradora. Isso dá flexibilidade para quem opera no nome próprio e para quem já organizou a atividade como indústria de transformação constituída.
Dá para usar o equipamento atual como lance no consórcio?
Em muitos planos, sim: a administradora pode aceitar o equipamento usado, ainda em operação, como parte de um lance embutido negociado diretamente com quem administra o grupo, para reduzir o valor das parcelas restantes ou antecipar a contemplação. As regras variam por administradora e por avaliação do bem, por isso vale confirmar as condições antes de fechar o plano. É uma forma de liberar capital parado em uma máquina que já não acompanha o volume de produção necessário.
Quanto tempo demora para ser contemplado no consórcio de equipamento industrial?
Não há data garantida, e essa é a regra mais importante de entender antes de entrar no grupo. A contemplação por sorteio pode acontecer em qualquer assembleia, do primeiro ao último mês do plano. Quem tem um cronograma de expansão específico para o equipamento chegar costuma ofertar um lance para furar a fila e ser contemplado mais cedo. Por isso o consórcio é ideal para quem planeja a modernização do parque fabril com alguma antecedência, não para quem precisa do equipamento operando no mês que vem.
Consórcio de equipamento industrial é furada? Qual é a pegadinha?
Consórcio de equipamento industrial não é furada: é regulado pelo Banco Central pela Lei nº 11.795/2008 e é usado há décadas por indústrias de transformação no país. A única regra que poucos contam é esta: não há data garantida para a sua contemplação. Se a fábrica precisa do equipamento rodando na linha corrente e não pretende dar lance, o consórcio não é o caminho certo agora. Os pontos de atenção reais são a taxa de administração, que substitui os juros, e o reajuste da carta para acompanhar o preço de mercado. A Kobe só trabalha com administradoras fiscalizadas pelo Banco Central.

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